Edição nº 1088 21.09 Ver ediçõs anteriores

Doces resultados

Doces resultados

A crise econômica pegou, praticamente, todas as empresas de bens de consumo do Brasil. Mas a divisão de confeitos da americana Mars não tem do que reclamar. Entre 2012 e 2017, as vendas de chocolates da companhia, dona de marcas como Snickers, M&M e Twix, saltaram 33% quando se analisa a receita. E a participação de mercado saiu de 2% para 7%. “Dobramos a nossa fábrica localizada em Guararema, no interior de São Paulo”, diz Filipe Fonseca, presidente das divisões de confeitos e alimentos da Mars no Brasil. A unidade, que era de 25 mil metros quadrados, agora tem 50 mil metros quadrados. Parte de um investimento de R$ 1 bilhão nos últimos cinco anos, a companhia também dobrou a capacidade produtiva de M&M e, a partir de 2019, vai fabricar o Snikers no País – hoje ele ainda é importado do México e dos Estados Unidos.

(Nota publicada na Edição 1085 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Hugo Cilo)


Mais posts

“O País está dividido e isso é muito ruim”

Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração da rede Magazine Luiza, é uma das vozes mais ativas do empresariado [...]

O novo passo da Bibi

Presente em mais de 70 países, via distribuidores e redes multimarcas, a Calçados Bibi está dando mais um passo em sua [...]

Próxima parada: Rio de Janeiro

Há dois meses no mercado, a Veloe, empresa criada pela Alelo, do Banco do Brasil e do Bradesco, voltada para o mercado de pedágios e [...]

Minha rede, minha vida

O empresário Flávio Augusto da Silva, fundador da rede de idiomas Wise Up, dono do time de futebol Orlando City e da plataforma [...]

Fome de crescimento

Os investimentos de Carlos Wizard Martins no setor de alimentação vão ganhar um novo impulso. Tocada por seu filho Lincoln Martins, a [...]
Ver mais
X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.