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Disney contesta críticas sobre condições dos trabalhadores

Empresa afirmou que acusação de funcionários buscando comida no lixo para sobreviver é “um exagero grosseiro e injusto dos fatos”

Disney contesta críticas sobre condições dos trabalhadores

Companhia afirmou média salarial é o dobro do mínimo exigido pelos EUA e investe na educação dos trabalhadores

A Disney contestou as afirmações de uma das herdeiras do grupo, Abigail Disney, de que funcionários de um dos parques temáticos precisavam procurar comida no lixo para sobreviver. Em nota à CNN, um porta-voz do complexo de entretenimento disse que o relato da ativista social e cineasta é “um exagero grosseiro e injusto dos fatos”.

No início desta semana, a sobrinha-neta de Walt Disney afirmou ao Yahoo Notícias que esteve em um dos parques do grupo após receber uma mensagem de um dos trabalhadores do local e ficou chocada com o que viu. Segundo a mulher, funcionários afirmaram que precisavam buscar comida no lixo para sobreviver devido às condições de trabalho.

“Esse golpe amplamente divulgado é um exagero grosseiro e injusto dos fatos, que não é apenas uma deturpação, mas também um insulto aos milhares de funcionários que fazem parte da comunidade Disney”, afirmou o representante da companhia.

A Disney ainda disse que paga aos funcionários uma média de US$ 19,50 por hora, o dobro do salário mínimo exigido pelo governo dos Estados Unidos. A companhia também destacou um programa interno que custeia a educação em faculdades e outras instituições para os trabalhadores.

“Os homens e mulheres que fazem dos parques da Disney uma experiência tão especial para milhões de pessoas são dedicados, trabalhadores e orgulhosos, e continuaremos a ouvir, capacitar e recompensá-los”, afirmou a empresa.

Abigail é neta de Roy Disney, irmão de Walt, e que também teve participação na fundação do império de animações e parques temáticos, no início dos anos 1920. Apesar da ligação, ela não tem cargo ativo na companhia.

Em abril, ela criticou abertamente o salário de US$ 66 milhões do CEO da Disney, Bob Iger, classificando o pagamento como “insano” em comparação com a renda média da maioria dos trabalhadores dos parques e resorts do grupo.

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