Edição nº 1117 18.04 Ver ediçõs anteriores

Devagar e sempre

Devagar e sempre

O bilionário Darwin Deason, acionista da Xerox, está vendendo seu iate por US$ 24,95 milhões. O Apogee tem 62,5 metros de comprimento, sete quartos, academia, cozinha profissional, elevador para o deck superior (com acesso à piscina, localizada em frente à proa) e um bar lounge. O barco também vem com equipamentos de mergulho, esquis aquáticos e caiaques infláveis. O iate, construído em 2003 pela Codecasa, passou por uma grande reforma no ano passado. Ele acomoda 17 pessoas e atinge a velocidade de 14 nós (25 km/h). Não muito rápido, é verdade, mas o bom de navegar devagar é que sobra mais tempo para curtir o barco…

(Nota publicada na Edição 1107 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Tenha uma Bugatti na sala de casa

A fabricante de automóveis francesa Bugatti quer comemorar seus 110 anos além das pistas – e com muito estilo. No Salone Del Mobile, [...]

Um lar pra chamar de palácio na África do Sul

Está listada na Sotheby’s International Realty uma casa de estilo palaciano – não apenas na arquitetura, mas também em tamanho. A [...]

Cobiçado Mercedes 300 SL 1955 de Adam Levine é vendido por US$ 1,5 milhão

O Mercedes-Benz 300 SL Gullwing 1955 que foi propriedade do vocalista da banda Maroon 5, Adam Levine, acaba de ser arrematado por US$ [...]

Iate do príncipe Rainier vai a leilão

O iate Riva Tritone, no qual o príncipe Rainier III e sua esposa Grace Kelly costumavam ser vistos navegando em Mônaco e na Côte [...]

O hotel para todos os gostos

O Les Sources de Caudalie, hotel 5 estrelas nos vinhedos do Château Smith Haut Lafitte, produtor dos melhores Bordeaux do mundo, tem [...]
Ver mais

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.