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Covid-19: mais de 60% dos pacientes recuperados sentem fadiga um ano depois, aponta estudo

Crédito: Reprodução/Unsplash

Estes resultados indicam que deve ser realizado acompanhamento em todos os pacientes que sofreram da doença, já que muitos sintomas são persistentes (Crédito: Reprodução/Unsplash)

Mais de 60% dos pacientes que contraíram Covid-19 continuam sentindo fadiga um ano depois, de acordo com um estudo de uma equipe de cientistas espanhóis, citado pelo jornal ‘La Vanguardia’.

O trabalho está sendo realizado por pesquisadores e médicos das universidades Rey Juan Carlos (URJC) e Complutense de Madrid (UCM), que avaliaram os doentes internados em cinco hospitais da capital espanhola, acompanhando eles durante um ano, desde que receberam alta do hospital.

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Os resultados, publicados na revista ‘Lung’, mostram que 61,2% dos envolvidos continuam manifestando fadiga um ano depois, 23,3% reportam “falta de ar”, 6,5% dos pacientes ainda sofrem de dor no peito e 2,5% continuam com tosse.



“Estes resultados indicam que um acompanhamento pró-ativo deve ser realizado em todos os pacientes que sofreram da doença, já que uma proporção significativa tem sintomas persistentes, que devem ser avaliados e acompanhados”, disse César Fernández de las Peñas, professor do Departamento de Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Reabilitação e Medicina Física da Universidade Rey Juan Carlos, citado pelo ‘La Vanguardia’.

Num outro estudo realizado pela mesma equipe, descobriu-se que 70% dos pacientes sofrem de algum sintoma “pós-Covid”, revelou a Universidade Complutense de Madrid, num comunicado divulgado esta quarta-feira (23).

Para a realização da pesquisa, foi selecionada uma amostra de 2.100 pacientes, dos quais participaram 1.950, 47% mulheres, com uma média de idade de 61 anos. Os sintomas mais comuns de covid-19 nesses pacientes foram febre, falta de ar e dor muscular .

“O nosso objetivo é determinar e identificar possíveis fatores de risco e subgrupos de pacientes suscetíveis ao desenvolvimento de sintomas pós-covid”, explica Juan Torres Macho, pesquisador do Departamento Complutense de Medicina e coautor do trabalho.

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