Finanças

Correção: petróleo sobe com menor oferta na Líbia e queda no estoque

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A nota enviada às 8h19 (de Brasília) continha uma erro no quinto parágrafo. A Dow Jones Newswires informou incorretamente que a Arábia Saudita elevou sua produção em 600 mil barris por dia nos últimos três meses, mas o correto é elevação da exportação. Segue nota corrigida:

Os preços do petróleo operam em alta nesta terça-feira em meio à incerteza sobre a duração das interrupções na oferta na Líbia e a queda dos estoques na América do Norte.

Às 8h12 (de Brasília), o barril do petróleo tipo Brent para setembro subia 1,02% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 78,09, enquanto o do WTI para agosto avançava 1,20% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 74,83.

Os principais portos de petróleo da Líbia foram fechados devido a uma luta armada que removeu 850 mil barris por dia do mercado global de petróleo e impulsionou os preços. Enquanto isso, o barril do WTI tem ganhado apoio especial devido ao declínio dos estoques nos EUA de petróleo bruto e das interrupções no abastecimento do Canadá.

“O Brent não está subindo com tanta força apesar das interrupções na Líbia”, disse Olivier Jakob, analista de petróleo da consultoria Petromatrix. “É difícil saber quanto tempo isso vai durar, porque é mais devido a questões políticas, [enquanto] o WTI sobe com mais força por causa da redução dos estoques de petróleo em Cushing”, acrescentou ele, referindo-se às instalações de armazenamento de petróleo em Oklahoma.

Os aumentos de preços, porém, têm sido limitados pela Arábia Saudita, que vem aumentando sua exportação em 600 mil barris por dia nos últimos três meses, atingindo 7,5 milhões de barris diários em junho – o nível mais alto desde o início de 2017, segundo analistas.

O movimento saudita veio principalmente em resposta ao aumento dos preços do petróleo, que estão atingindo os consumidores.

“Neste momento, o mercado está preso entre duas forças”, disse Michael Cohen, chefe de pesquisa de commodities de energia do Barclays. “Rupturas do lado da oferta que são otimistas para o petróleo e forças do lado da demanda, incluindo a ameaça de protecionismo comercial que ameaçam a economia global e, portanto, seriam pessimistas em relação aos preços do petróleo e à maioria das outras commodities”.

Olhando para o futuro, os analistas esperam um volume menor de negociações na segunda metade da semana devido ao feriado do Dia da Independência nos EUA na quarta-feira e dados de estoques na quinta-feira do Departamento de Energia, possivelmente mostrando aumentos nos estoques. Fonte: Dow Jones Newswires.

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