Ciência

Coronavírus: portaria ministerial deve diferenciar casos de isolamento

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta segunda-feira que trabalha para publicar nesta semana uma portaria que diferencie as situações de isolamento e de quarentena. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, haverá uma reunião na quinta-feira com especialistas para discutir o assunto.

O ministério ainda anunciou na segunda que o Instituto Bio-Manguinhos e a Fundação Oswaldo Cruz farão a produção de 30 mil testes para diagnóstico do novo coronavírus. Inicialmente, 10 mil testes serão distribuídos a partir desta quarta-feira por alguns Estados. Os treinamentos serão in loco.

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Segundo Mandetta, os kits devem custar em torno de R$ 100, mas ainda não há como precisar todos os recursos necessários para essa operação. “Vamos calibrar os aparelhos em todos os Estados, capacitar todos os técnicos, e só vamos autorizar quanto estiver no padrão de qualidade. Já para os custos ainda estamos trabalhando com diversos cenários”, disse.

Recursos

Ele destacou que, por ora, a pasta não pedirá reforço no orçamento para enfrentar o coronavírus. “Vou trabalhar com meu orçamento até o momento que tiver necessidade”, disse. Mas avisou que conversará com parlamentares para que o Congresso esteja preparado para qualquer eventualidade, se houver necessidade de mais verba.

Por outro lado, Mandetta afirmou que somente haverá alocação de novos recursos para os Estados quando o governo federal tiver os cenários consolidados sobre o desenvolvimento do novo coronavírus nas regiões. “Só vamos fazer alocação de recurso quando tiver situação real. Não adianta neste momento”, disse.

Como divulgou o jornal O Estado de S. Paulo no fim de semana, governadores do Sul e do Sudeste definiram, em uma reunião em Foz do Iguaçu (PR), que devem pedir ajuda do Ministério da Saúde para o enfrentamento do novo coronavírus. O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Alberto Beltrame, afirmou que o pedido seria de R$ 1 bilhão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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