Giro

Consumo excessivo de fast food pode causar doenças neurológicas

Crédito: Pexels

Estudo mostra que uma dieta rica em calorias e gorduras no início da vida piora a memória, aumenta a ansiedade e leva a outros problemas cognitivos (Crédito: Pexels)

Um estudo realizado por médicos da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, mostra que o consumo excessivo de petiscos ricos em calorias ou açúcar e fast food pode levar a deficiências neurológicas e cognitivas.

De acordo com o Futurism, o estudo mostra que uma dieta rica em calorias e gorduras, chamada de “dieta ocidental”, no início da vida estava ligada à piora da memória, aumento do comportamento de ansiedade e outros problemas cognitivos.

+ Rede de fast food 100% robotizada chega ao Brasil

Essas questões pareciam estar separadas dos impactos já documentados que uma dieta ocidental tem sobre o peso, metabolismo e saúde geral. No entanto, uma revisão, que foi publicada no início do ano na revista Frontiers in Neuroscience, sugere que a dieta pode ter um impacto muito maior na saúde e no desenvolvimento neurológicos do que se pensava.

A revisão, segundo o Futurism, mostrou que ratos que comem uma dieta ocidental durante os primeiros estágios da vida pioraram a ansiedade e a função da memória, independentemente do ganho de peso.

Além disso, houve um aumento de comportamentos semelhantes a um vício, com os animais passando a desejar alimentos açucarados e ricos em gordura, juntamente com uma diminuição dos comportamentos sociais.

Veja também

+ Carreira da Década - Veja como ingressar na carreira que faltam profissionais, mas sobram vagas
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel