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Consumo de carne vermelha processada está ligado a doenças cardíacas, diz estudo

Crédito: Reprodução/Pexels

Estudo com mais de 1,4 milhões de pessoas que foram acompanhadas por 30 anos apontou que comer carne vermelha aumenta o risco de doença coronariana. (Crédito: Reprodução/Pexels)

O risco de doença coronariana aumenta à medida que a quantidade de consumo de carne aumenta, de acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira (21) na revista Critical Reviews in Food Science and Nutrition. Para cada 50 gramas de carnes processadas como bacon, presunto ou salsicha ingeridas, o risco aumenta 18%.

De acordo com uma nova meta-análise de estudos com mais de 1,4 milhões de pessoas que foram acompanhadas por 30 anos, comer carne bovina, cordeiro, porco e carnes processadas aumenta o risco de doença coronariana mais tarde na vida.

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Também chamada de doença arterial coronariana, a condição é a principal causa de morte e invalidez em todo o mundo. Ela se desenvolve quando depósitos de gordura de colesterol criam um acúmulo de placas nas paredes das artérias que fornecem sangue ao coração.



Segundo o estudo para cada 50 gramas de carne bovina, cordeiro e porco consumidos, o risco de doença coronariana aumentou 9%. Uma porção recomendada de carne é cerca de 85 gramas, o tamanho de uma barra de sabão ou baralho de cartas, de acordo com a American Cancer Society.

O relatório também trouxe algumas boas notícias para os carnívoros: não parecia haver uma ligação entre comer aves, como frango e peru, e um risco aumentado de doença coronariana. Consideradas carnes magras, a maioria dos tipos de aves não contém os níveis de gordura saturada encontrados na carne vermelha, nem os altos níveis de sódio que fazem parte das carnes processadas.

A gordura saturada desempenha um papel importante no desenvolvimento de placas nas paredes das artérias, um dos principais contribuintes para os bloqueios associados às doenças cardíacas. O sódio pode aumentar a pressão arterial, também restringindo o fluxo de sangue para o coração.

Estudos têm mostrado que as melhores dietas a seguir para reduzir o risco de doenças cardíacas são baseadas em plantas. Nas classificações de melhor dieta para saúde do coração dos EUA News & World Report, a dieta mediterrânea combinada com a dieta DASH e a dieta Ornish se mostram as melhores opções de dieta saudável para o coração.

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