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Conselho de Segurança se reúne no domingo para discutir crise no Oriente Médio

Conselho de Segurança se reúne no domingo para discutir crise no Oriente Médio

Forças especiais israelenses em Lod, em 13 de maio de 2021 - AFP

O Conselho de Segurança das Nações Unidas celebrará uma reunião pública virtual sobre o conflito israelense-palestino no domingo às 14H00 GMT (11h de Brasília), informaram diplomatas nesta quinta-feira (13).

A reunião, originalmente programada para a sexta-feira, foi solicitada por Tunísia, Noruega e China.

Espera-se que participem dela o enviado da ONU para o Oriente Médio, o norueguês Tor Wennesland, assim como representantes de Israel e dos palestinos.

Os Estados Unidos, que tinham bloqueado uma sessão de urgência prevista para a sexta-feira e consideravam uma reunião para o começo da próxima semana, acordaram em antecipá-la para o domingo, segundo as mesmas fontes.

O secretário de Estado americano, Antony Blinken, havia dito antes à imprensa que era favorável à celebração de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU “no começo da próxima semana”.

“Espero que isso dê à diplomacia algum tempo para obter resultados e ver se conseguimos uma desescalada real”, disse Blinken, que na véspera enviou um emissário a Israel e aos Territórios Palestinos.

Na madrugada de sexta (noite de quinta no Brasil), tropas israelenses entraram na Faixa de Gaza como parte da operação militar em curso contra o movimento islamita palestino Hamas, segundo o exército israelense, que mobilizou tanques e blindados junto ao enclave palestino.

Desde a segunda-feira, os Estados Unidos aceitaram duas videoconferências de emergência a portas fechadas sobre o conflito entre israelenses e palestinos, mas rechaçaram duas declarações conjuntas nas quais pedia-se o cessar das hostilidades por considerá-las “contraproducentes” nesta fase, segundo os diplomatas.

A celebração de reuniões por videoconferência requer um consenso dos 15 membros do Conselho de Segurança.

A reunião da sexta-feira tinha sido solicitada por dez dos quinze membros do Conselho (Tunísia, Noruega, China, Irlanda, Estônia, França, Reino Unido, São Vicente e Granadinas, Níger e Vietnã).

Em suas posições desde o início do conflito, os Estados Unidos têm reafirmado o direito de Israel de se defender do lançamento de foguetes pelo movimento islamita Hamas, que controla a Faixa de Gaza, mas também pediram uma desescalada.

Washington instou seu aliado israelense a fazer “tudo o possível a evitar vítimas civis”.

A nova explosão de violência matou 83 palestinos, entre eles 17 crianças, na Faixa de Gaza desde a segunda-feira, e de sete pessoas, entre elas um menino e um soldado, em Israel.

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