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Congressistas hispânicos pedem a Trump para cancelar reunião com presidente mexicano

Congressistas hispânicos pedem a Trump para cancelar reunião com presidente mexicano

(Arquivo) o presidente americano, Donald Trump - AFP/Arquivos

Legisladores da Liga dos Congressistas Hispânicos denunciaram em Washington a “politização” das relações entre os Estados Unidos e o México e pediram ao presidente Donald Trump para cancelar sua reunião com o chefe de Estado mexicano, Andrés Manuel López Obrador.

O presidente do México viajará a Washington nos dias 8 e 9 de julho para se encontrar com Trump para celebrar a adoção do novo acordo comercial norte-americano, o T-MEC.

Os congressistas democratas denunciaram em uma carta a Trump que o encontro com López Obrador em um momento em que o Congresso estará em recesso é “uma tentativa flagrante de politizar” o vínculo com o México.

“Nós pedimos que você reconsidere essa reunião e cancele-a”, indicaram os congressistas em um momento em que os dois países estão passando por uma crise aguda devido ao coronavírus, sendo os Estados Unidos o lugar no mundo mais atingido pela pandemia, com mais de 127.000 mortes.

López Obrador, fará sua primeira viagem ao exterior desde que assumiu o cargo há 18 meses no cargo, terá esse encontro sem a companhia do primeiro-ministro do Canadá, outro integrante do T-MEC, Justin Trudeau, que não irá aos Estados Unidos.

Os congressistas também pediram um plano para encerrar os Protocolos de Proteção aos Migrantes (MPP), um programa pelo qual os migrantes que buscam refúgio nos Estados Unidos devem aguardar o processamento de suas solicitações no território mexicano.

Os legisladores observaram que este acordo impediu a movimentação de 60.000 solicitantes de asilo, violando o direito internacional e colocando os migrantes em uma situação vulnerável.

O vínculo entre os dois países se sobrepõe às tensões de imigração, já que Trump ameaçou aplicar tarifas ao país se o governo mexicano não diminuir o fluxo de migrantes que chegam à fronteira, a maioria deles da América Central.

O compromisso levou o México a enviar cerca de 26.000 soldados para suas fronteiras norte e sul, o que foi comemorado por Washington.

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