Edição nº 1108 15.02 Ver ediçõs anteriores

Combustível no varejo

Combustível no varejo

Um dos maiores negócios no setor de distribuição de combustíveis neste ano, a venda da mineira Zema para a francesa Total, por R$ 500 milhões, vai permitir que o grupo brasileiro tenha mais poder de fogo para investir no que dá dinheiro: o varejo. “A política de preços da Petrobras é muito complicada e impede que as distribuidoras menores tenham condições de sobreviver frente à concorrência com BR, Shell e Ipiranga”, diz o CEO Cézar Donizete Chaves. Com mais meio bilhão de reais na conta, a ideia é fortalecer a operação do grupo voltada à venda de eletrodomésticos. “Dentro de um mês, saberemos o que fazer com todo esse dinheiro”, disse Chaves, homem-forte do dono do grupo, Romeu Zema, governador eleito de Minas Gerais.

(Nota publicada na Edição 1098 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Felipe Mendes)


Mais posts

Cimed encontra a fórmula do crescimento

Crescer, em tempos de concorrência acirrada, não é uma tarefa simples. Mas a farmacêutica mineira Cimed diz ter encontrado uma fórmula [...]

Frase da semana

“Eu preciso que as pessoas venham aos EUA para administrar fábricas, gerenciar empresas e atuar nas indústrias” Donald Trump, [...]

A recuperação da Paranapanema

Desde o início de 2017, a Paranapanema, maior produtora nacional de cobre refinado, tem concentrado seus esforços em retomar a [...]

Como vencer a matriz (sem perder o emprego)

A subsidiária brasileira da Gi Group, multinacional italiana de recursos humanos, superou a matriz em 2018, ao registrar um crescimento [...]

A maré está alta para Frescatto

Maior indústria de pescados do país, a septuagenária Frescatto Company está surfando na mudança dos hábitos de consumo dos brasileiros. [...]
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.