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“Com R$ 6 mil a gente construiu o negócio em 2005. Esse foi o único investimento na marca até hoje”, diz Rony Meisler, CEO da Reserva

No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de redação da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Rony Meisler, fundador e CEO da grife Reserva. Ele abandonou o trabalho no escritório de uma das maiores consultorias do mundo para vender bermudas na praia. Qualquer pessoa acharia isso uma loucura, mas o empresário transformou o sonho de empreender em um negócio que fatura mais de R$ 300 milhões por ano. Meisler também é presidente do movimento Capitalismo Consciente no Brasil e autor do best-seller “Rebeldes têm asas”.

Neste primeiro bloco, ele conta como e quando surgiu a Reserva. O empresário explica que a faculdade em Engenharia de Produção e a carreira de executivo na Accenture não eram exatamente o que ele havia imaginado. “Eu era muito inquieto e não estava feliz”, diz. A ideia de trabalhar com moda masculina surgiu quando estava na academia, com o amigo e sócio Fernando Sigal, e percebeu que cinco homens estavam usando exatamente a mesma bermuda. “Encontramos um fornecedor e começamos vendendo de sacoleiro na praia, na mala do carro, na faculdade e para os amigos”, afirma. Assim que saiu a primeira coleção, Meisler passou dois meses viajando pelo interior de São Paulo em busca de pontos de venda em lojas multimarcas. Hoje, a Reserva tem 1.987 funcionários, 89 lojas, das quais 15 são franquias, e mais 1.500 pontos de venda que são revendedores da marca. A grife também tem dois sócios investidores, a Joá, do apresentador Luciano Huck, e a Dynamo.