Edição nº 1138 16.09 Ver ediçõs anteriores

Madeline Puckette, a criadora do Wine Folly

Designer gráfica e produtora de música eletrônica, Madeline gostava de tomar um vinho nas horas de folga. A ideia do Wine Folly nasceu de sua observação de que as pessoas querem saber mais sobre vinhos, mas não sabem muito bem por onde começar

Bettina Bürklin e seus rieslings biodinâmicos

Antes da biodinâmica, Bettina já havia ousado ao decidir classificar os seus vinhedos a partir das microrregiões onde estão plantados cada um deles

Marina Santos, uma convicta biodinâmica nos vinhedos brasileiros

Defensora de um cultivo diferenciado, enóloga se diferencia por não usar produtos químicos, mesmo em vinhedos com muita umidade

132 mulheres têm o cobiçado título de Master of Wine

O título máximo do mundo do vinho requer anos de estudos e muitas viagens pelos vinhedos em todos os continentes

As viúvas do champanhe

Contemporânea de Barbe-Nicole Clicquot, a também francesa Jeanne Alexandrine Louise Mélin Pommery (1819 a 1890), assumiu a vinícola em 1860, com a morte de seu marido

Os vinhos e a força do rugido

“Hear me roar” é o nome de um novo vinho australiano, elaborado apenas por enólogas, com o objetivo de financiar a carreira de mulheres na indústria do vinho na Austrália

Os vinhos chilenos miram o mercado brasileiro

Na estratégia do Wines of Chile, entidade privada que reúne 85 vinícolas do país, o Brasil está entre os três países prioritários. Nosso país está junto com China e Estados Unidos no destino das ações e dos recursos chilenos para a promoção do seu vinho

A falsificação do vinho Tignanello

O Tignanello é um dos vinhos premiuns da tradicional Marchesi Antinori, vinícola que está atualmente em sua 26ª geração de produtores

O adeus a Gianfranco Soldera

Considerado um dos melhores produtores de Brunello di Montalcino, Soldera era um purista, seguidor das práticas de cultivo natural, sem químicos ou grandes tecnologias

A Peterlongo e o dilema do champanhe

Desde que comprou à centenária vinícola gaúcha em 2002 e, mais recentemente, desde a contratação do francês Pascal Marty como consultor, em 2015, que Luiz Carlos Sella é questionado sobre a palavra champanhe no rótulo de seus espumantes