Negócios

Estudante processa Apple em US$ 1 bilhão após reconhecimento facial acusá-lo de crime

Um dos crimes dos quais Ousmane Bah está sendo acusado aconteceu em junho de 2018 em Boston, no mesmo dia em que o acusado estava comemorando sua formatura em Nova York

Estudante processa Apple em US$ 1 bilhão após reconhecimento facial acusá-lo de crime

Crédito: GETTY/AFP/Arquivos

Uma estudante de Nova York está processando a Apple em US$ 1 bilhão depois de ter sido falsamente acusado de roubo pela polícia da cidade, que utilizou a database de reconhecimento facial da empresa da maçã para ligá-lo a uma série de crimes que ocorreram nas lojas da marca.

Ousmane Bah, de 18 anos, foi preso em sua casa, em novembro de 2018 sob a acusação de ter furtado produtos de uma loja da Apple. O estudante afirma que perdeu uma carteira de motorista sem foto, e que os verdadeiros ladrões devem ter usado o documento como identificação nas lojas. Por conta disso, seu nome foi ligado ao verdadeiro ladrão através do sistema de reconhecimento facial que a empresa utiliza em seus estabelecimentos para investigar eventuais crimes. A ação judicial contra Bah contém a foto de um rosto que não lembra o do acusado.

Um dos crimes dos quais Bah está sendo acusado aconteceu em junho de 2018, em Boston, no mesmo dia em que o acusado estava comemorando sua festa de formatura do colegial, em Nova York

Sobre o processo, a Apple declarou que não usa reconhecimento facial em suas lojas. O caso Bah versus Apple está sendo julgado no distrito sul de Manhanttan, em Nova York.

Veja também

+ Carreira da Década - Veja como ingressar na carreira que faltam profissionais, mas sobram vagas
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel