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Cinco secretários do prefeito Crivella tesam positivo para covid-19

Cinco secretários do prefeito Marcelo Crivella já testaram positivo para o novo coronavírus. A primeira confirmação foi logo da secretária de Saúde, Beatriz Busch, que chegou a ser internada. Depois dela, Talma Romero Suane (Educação), Tia Ju (Assistência Social e Direitos Humanos), Adolfo Konder (Cultura) e Jorge Darze (interino na Saúde) também atestaram a infecção.

A Prefeitura diz que Crivella fez apenas o teste rápido da doença, que deu negativo. Esse teste, contudo, não é definitivo para confirmar ou não a presença do vírus. Segundo a assessoria de imprensa, ele não apresenta sintomas da Covid-19, e tem trabalhado de casa sempre que pode.

Nesta sexta-feira, no entanto, o prefeito visitou o hospital de campanha do Riocentro, na zona oeste, que está perto de ser inaugurado. A visita do presidente Jair Bolsonaro era esperada para essa agenda de Crivella, mas o Palácio do Planalto informou ontem, sem informações detalhadas, que ele não iria ao Rio.

O encontro teria fortes contornos políticos, já que os dois vêm se aproximando nos últimos tempos e devem estar juntos na próxima eleição municipal do Rio. Na semana passada, o partido de Crivella (Republicanos) filiou dois filhos (Carlos e Flávio) e uma ex-mulher de Bolsonaro (Rogéria). A legenda vai servir como uma espécie de abrigo provisório para os políticos que buscam formar o Aliança Pelo Brasil, futuro partido do clã Bolsonaro.

O grupo de secretários infectados da Prefeitura vinha tendo contato direto com Crivella. Um outro grupo do alto escalão também fez os testes, que deram negativo. São eles: Gutemberg Fonseca (Ordem Pública), Bernardo Egas (Meio Ambiente), Renato Moura (Trabalho e Inovação), Sebastião Bruno (Infraestrutura), Felipe Michel (Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos), Fernanda Tejada (Urbanismo) e Paulo Amêndola (Transportes).

Nesta sexta-feira, no entanto, o prefeito visitou o hospital de campanha do Riocentro, na zona oeste, que está perto de ser inaugurado. A visita do presidente Jair Bolsonaro era esperada para essa agenda de Crivella, mas o Palácio do Planalto informou ontem, sem informações detalhadas, que ele não iria ao Rio.

O encontro teria fortes contornos políticos, já que os dois vêm se aproximando nos últimos tempos e devem estar juntos na próxima eleição municipal do Rio. Na semana passada, o partido de Crivella (Republicanos) filiou dois filhos (Carlos e Flávio) e uma ex-mulher de Bolsonaro (Rogéria). A legenda vai servir como uma espécie de abrigo provisório para os políticos que buscam formar o Aliança Pelo Brasil, futuro partido do clã Bolsonaro.

O grupo de secretários infectados da Prefeitura vinha tendo contato direto com Crivella. Um outro grupo do alto escalão também fez os testes, que deram negativo. São eles: Gutemberg Fonseca (Ordem Pública), Bernardo Egas (Meio Ambiente), Renato Moura (Trabalho e Inovação), Sebastião Bruno (Infraestrutura), Felipe Michel (Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos), Fernanda Tejada (Urbanismo) e Paulo Amêndola (Transportes).

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