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Cinco países europeus querem criar ‘corredores sanitários’ contra o vírus

Cinco países europeus querem criar ‘corredores sanitários’ contra o vírus

Pessoas com máscara passeiam pela principal rua comercial de Bordeaux, na França - AFP

Cinco grandes países europeus estudam a implementação de “corredores sanitários” para facilitar os deslocamentos internos na União Europeia, apesar da pandemia de covid-19, explicou o ministro francês de Transportes em Madri, nesta quarta-feira (23).

“O que falta hoje em dia é uma melhor harmonização, inclusive nos períodos em que o vírus circula com mais força” na Europa, como é o caso atual da Espanha e França, explicou o ministro Jean-Baptiste Djebbari à imprensa durante uma visita à capital espanhola.

França, Espanha, Alemanha, Itália e Holanda estão tentando chegar a um acordo sobre uma proposta comum de protocolo para os transportes antes da próxima cúpula de chefes de Estado da UE, em 1o e 2 de outubro.

A ideia é “implementar corredores sanitários ou, quando houver níveis de circulação (do vírus) mais ou menos semelhantes, instaurar um protocolo sanitário que permita circular em algumas condições controladas”, disse Djebbari.

Entre os aspectos a serem negociados, está a exigência de um teste na entrada, a discussão sobre qual tipo de teste seria válido ou a duração de uma eventual quarentena.

Os cinco países pretendem acordar também as exigências para acordos bilaterais com países fora da União Europeia.

O objetivo é evitar “as medidas descoordenadas, assimétricas, brutais, que em 24 horas você descobre que precisa testar esta ou aquela população”, apontou o ministro francês.

A União Europeia tenta acabar com a improvisação das medidas nacionais contra a propagação da pandemia de covid-19 e harmonizar os critérios de saúde para evitar o bloqueio à livre circulação de pessoas, um dos fundamentos da UE.

Os governos, no entanto, continuam adotando políticas diferenciadas sobre restrições de viagem.

A Alemanha, por exemplo, recomendou a seus cidadãos que não viajem para Bruxelas, algo que não foi implementado por países como França ou Espanha. A Hungria, por sua vez, proibiu a entrada em seu território da maioria dos cidadãos de outros países da União.

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