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Cientistas podem ter descoberto como “desligar” o interruptor da fome no cérebro

Crédito: Reprodução/Pexels

Acreditam ser possível modificar esse interruptor de fome por meio da manipulação, o que tornaria os jovens menos propensos a sofrer da doença da obesidade. (Crédito: Reprodução/Pexels)

Um dos problemas mais sérios que o mundo enfrenta – mesmo antes da pandemia do coronavírus – é a prevalência de doenças como obesidade e sobrepeso. Mas agora uma pesquisa sobre o “interruptor da fome” pode mudar as peças do jogo.

De acordo com as informações, o mecanismo cerebral que controla essa sensação é um receptor no cérebro chamado melanocortina (MC4), que controla a necessidade de alimentação das pessoas. Mas os pesquisadores decidiram trabalhar para mudar a forma como esse receptor funciona.

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Cientistas do Instituto de Ciências Weizmann descobriram que é possível modificar esse interruptor de fome por meio da manipulação, o que tornaria os jovens menos propensos a sofrer da doença da obesidade.

“É um interruptor ativado por um hormônio que nosso corpo esconde, que pode ser ligado e desligado. Mostramos exatamente sua aparência e delineamos todos os seus detalhes moleculares”, explicou o Dr. Moran Shaley no comunicado.

Os resultados positivos desta pesquisa podem determinar como a obesidade infantil tem um início tão precoce. Segundo o estudo, essa disfunção herdada geneticamente é facilmente transmitida.

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“Agora que sabemos os detalhes moleculares precisos da mudança, podemos usar isso para direcioná-lo com muita precisão e desenvolver drogas que podem evitar alguns dos efeitos colaterais que foram encontrados com esta primeira droga”, disseram os cientistas por trás deste estudo.

A esse respeito, sabe-se agora que é possível fabricar drogas que manipulam MC4 e, portanto, têm a capacidade de alternar o interruptor da fome por processos químicos no nível do cérebro: mas até agora esse processo ainda está em fase de testes.

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