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China diz na ONU que busca “transição democrática” e sem sanções para Mianmar

China diz na ONU que busca “transição democrática” e sem sanções para Mianmar

Mianmar está passando por uma crise profunda desde o golpe que depôs e deteve Aung San Suu Kyi em 1º de fevereiro, enchendo as ruas de manifestantes exigindo democracia - AFP/Arquivos

A China se opõe à ideia de impor sanções aos militares birmaneses e defende “o retorno a uma transição democrática naquele país”, afirmou o embaixador chinês nas Nações Unidas, Zhang Jun, em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança nesta quarta-feira (31).

“Se Mianmar afundar em uma turbulência prolongada, será um desastre para o país e para a região como um todo”, analisou o embaixador, segundo um comunicado da missão chinesa.

Os militares de Mianmar, que derrubaram os líderes eleitos do país em 1º de fevereiro e reprimem violentamente os protestos da população, contam com a China como seu principal aliado.

E Pequim foi inflexível em sua oposição à pressão econômica sobre Mianmar após uma reunião a portas fechadas em que as potências ocidentais discutiram novas medidas para pressionar a junta militar golpista.

“A pressão unilateral e o pedido de sanções ou outras medidas coercivas só irão agravar a tensão e o confronto e complicar ainda mais a situação, o que não é nada construtivo”, disse Zhang.

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