Ceia de Natal vai muito bem com rótulos da Cantine Leonardo da Vinci

Ceia de Natal vai muito bem com rótulos da Cantine Leonardo da Vinci

Releitura da obra O Homem Vitruviano, com garrafas da vinícola criada em 1961 em homenagem ao gênio renascentista

Todos conhecem Leonardo da Vinci e ao menos algumas das obras-primas que ele deixou para a humanidade. A Mona Lisa, A Última Ceia, O Homem Vitruviano (reproduzido acima, não exatamente conforme o original). Mas pouca gente sabe que o talentosíssimo artista e inventor  nasceu em uma família de pessoas ligadas ao vinho, bebida que sempre fez parte da sua vida. As diversas biografias que tentam resumir sua incrível vida e obra (e até sua alma, como fez Fritjof Capra no livro que tem por subtítulo “Um gênio em busca do segredo da vida”) são repletas de alusões ao mundo do vinho. Alguns autores sustentam que ele bebia diariamente e com moderação e que, além das paixão pela pintura e pela ciência, era também um entusiasta do cultivo da uva. Conta-se até que, como remuneração pela Última Ceia, Leonardo recebeu de Ludovico il Moro, em 26 de abril de 1499, a propriedade de um vinhedo.



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Em 1961, séculos após a morte do artista mais famoso da História, 30 produtores se reuniram para fundar a Cantine Leonardo da Vinci. Ela prosperou e hoje tem 160 parceiros e 600 hectares de vinhas em três regiões da Itália: Vêneto, Toscana e Emilia Romagna. Ambicioso, o projeto tem se revelado fiel ao homem que o inspirou: uma vinícola de vanguarda, inovadora e moderna. A produção é baseada em uma carta escrita por Leonardo em 1515 na qual ele orienta seu fornecedor de vinhos na qual o artista teria sugerido aplicar de técnicas no cultivo das parreiras e na vinificação que somente seriam adotadas pela maioria dos vitivinicultores bem mais tarde, quando a ciência da enologia começou a ser desenvolvida. É o chamado Il Metodo Leonardo®, que foi registrado pela Cantine e sobre o qual há mais mistérios que no best-seller O Código Da Vinci, de Dan Brown.

Elaborados sob a supervisão dos enólogos Riccardo Pucci e Silvia Giani, cada um dos vinhos com o Homem Vitruviano no rótulo procura contar um aspecto diferente da extraordinária vida do gênio renascentista, sempre valorizando as variedades italianas Sangiovese e Pinot Grigio. O Brunello di Montalcino passa 24 meses em barrica de carvalho esloveno. Tem aromas terrosos, de amoras e de chocolate amargo. De ótima relação custo-benefício, os rótulos chegam Brasil pela Cantu Importadora e custam a partir de R$ 65 nos sites especializados, caso do ebentas.com.br. Fácil de beber e de harmonizar com pratos típicos de uma ceia natalina (seja peru ou pernil), o Leonardo da Vinci Chianti é leve e agrada ao nariz com boa fruta, especialmente cereja. Recebeu 96 pontos no Annuario dei Miglior Vini Italiani 2020, de Luca Maroni, que o classificou entre seus “Best Buys”. Uma boa sugestão par quem quer gastar pouco com o vinho natalino e ainda assim ter uma ótima experiência à mesa.

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Sobre o autor

Celso Masson, 53, é jornalista, diretor de núcleo da Editora Três, winemaker e palestrante de vinhos. Nos últimos dez anos, vem estudando e acompanhando a produção, os negócios e os prazeres do mundo da enologia. Se formou winemaker após integrar um exigente programa oferecido pela Escola do Vinho Miolo. Já tem três rótulos produzidos em parceria com a inovadora vinícola brasileira.


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