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Capacete capaz de ler mentes chega ao mercado nas próximas semanas

Crédito: Reprodução/Divulgação

Um dos capacetes, o futurístico “Flow”, pode registrar dados em tempo real e “estabelecer padrões precisos de atividade cerebral” usando lasers (Crédito: Reprodução/Divulgação)

Nas próximas semanas, uma empresa chamada Kernel começará a enviar a dezenas de clientes nos Estados Unidos um capacete de 50 mil dólares que pode, grosso modo, ler sua mente.

Pesando alguns quilos cada, os capacetes contêm ninhos de sensores e outros componentes eletrônicos que medem e analisam os impulsos elétricos do cérebro e o fluxo sanguíneo na velocidade do pensamento, fornecendo uma janela de como o órgão responde ao mundo.

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A tecnologia básica existe há anos, mas geralmente é encontrada em máquinas do tamanho de uma sala que podem custar milhões de dólares e exigem que os pacientes fiquem sentados em um ambiente clínico.



Um dos capacetes, o futurístico “Flow”, pode registrar dados em tempo real e “estabelecer padrões precisos de atividade cerebral” usando lasers, de acordo com o site da empresa. Tudo o que o usuário precisa fazer é conectá-lo a um computador por meio de um cabo USB-C, explicou a marca.

O outro capacete, chamado “Flux”, pode medir “a velocidade dos neurônios em tempo real” e fornecer acesso “à intrincada atividade cerebral subjacente a funções como excitação, emoção, atenção, memória e aprendizagem”, afirmou a empresa.

Com tal avanço, os pesquisadores poderiam usar dados coletados por capacetes para estudar o envelhecimento do cérebro, distúrbios mentais, derrames e até mesmo o que acontece dentro do cérebro durante uma viagem psicodélica. “Para progredir em todas as frentes de que precisamos como sociedade, temos que colocar o cérebro online”, pontuou o CEO da Kernel, Bryan Johnson.

O capacete Flow funciona enviando lasers através do crânio para registrar a atividade cerebral, que pode medir mudanças nos níveis de oxigenação do sangue. Enquanto o Flux usa um processo chamado “magnetoencefalografia”, uma técnica de neuroimagem para mapear a atividade cerebral por meio do registro dos campos magnéticos do cérebro.

As primeiras pessoas a receberem os capacetes incluem instituições de pesquisa do cérebro e outras empresas que querem entender melhor o que se passa na mente de seus clientes.

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