Economia

Câmbio já está mais próximo de R$ 5 em reconhecimento à agenda, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribuiu nesta quarta-feira a desvalorização recente mostrada pelo dólar ao reconhecimento de investidores da agenda conduzida pelo governo. “O câmbio sofreu um overshooting sobrevalorização que também é explicado pela mudança na política monetária. Mas depois de bater em R$ 5,90 já está mais próximo de R$ 5 em reconhecimento de nossa agenda”, disse o ministro ao participar, com palestra gravada, do Fórum Econômico Internacional das Américas.

Durante o evento em que transmitiu à comunidade internacional a atuação do governo no combate à pandemia, Guedes reafirmou que o coronavírus interrompeu o processo de contenção da dívida pública, mas que agora, com a retomada que ele classificou novamente como em forma de “V”, o País retoma a pauta de reformas estruturais.

A ideia, destacou, será acelerar as reformas para transformar a recuperação cíclica em crescimento sustentável baseado em investimentos.

Ao tratar dos planos de desestatização, um dos caminhos para reduzir a dívida pública, Guedes voltou a citar a possibilidade de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) do banco digital da Caixa.



Ele salientou que com a inclusão de 64 milhões de brasileiros, que entraram no aplicativo do banco público para receber o auxílio emergencial, a Caixa tem hoje o maior banco digital do mundo.

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel