Economia

Cade investiga empresas médico-farmacêuticas por aumentos de preços

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu investigação para apurar se hospitais, laboratórios, farmácias e indústrias do setor médico e farmacêutico aumentaram preços de seus produtos de forma abusiva após o avanço do coronavírus no Brasil.

Nesta quarta-feira, 18, o conselho abriu um procedimento preparatório de inquérito administrativo. Na instauração do processo, o superintendente-geral, Alexandre Cordeiro, justifica que, com o aumento da demanda por produtos médico-farmacêuticos, empresas do setor podem estar aumentando preços e lucros de forma arbitrária.

O documento não especifica quais empresas serão investigadas, mas, segundo o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou, a intenção é notificar as principais atuantes no setor, incluindo hospitais, laboratórios, farmácias, distribuidores e fabricantes de máscaras cirúrgicas, álcool em gel, fabricantes de medicamentos para tratamento dos sintomas da covid-19.

As empresas terão dez dias para apresentar notas fiscais emitidas entre 1º de novembro de 2019 e 15 março de 2020 e, mensalmente, as notas fiscais a serem emitidas a partir de 16 de março até o dia 31 de julho de 2020, sob pena de multa diária, que pode chegar a R$ 100 mil.

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel