Live da Dinheiro

“O brasileiro é o povo que mais consome agroquímico no mundo”, garante Tomás Abrahão, CEO da Raízs

Crédito: Divulgação

“A Raízs cresce cerca de quatro vezes ao ano. Geramos mais de R$ 10 milhões de renda ao produtor rural da agricultura familiar”, conta o executivo (Crédito: Divulgação)

O empreendedor Tomás Abrahão, fundador e CEO da Raízs Startup, uma das maiores plataformas virtuais de comercialização de alimentos orgânicos do País, participou da live da IstoÉ Dinheiro, nesta quinta-feira (29). Na entrevista, o jovem executivo falou sobre o e-commerce no setor de alimentos orgânicos e saudáveis no Brasil e as barreiras enfrentadas pelo segmento. A plataforma online administrada por Abrahão conecta o consumidor interessado em alimentos orgânicos ao pequeno produtor. “A Raízs cresce cerca de quatro vezes ao ano. Geramos mais de R$ 10 milhões de renda ao produtor rural da agricultura familiar”, conta.

A ideia da empresa de Abrahão é criar vínculos entre o campo e a cidade, valorizando o trabalho do pequeno produtor de orgânicos. A Raízs movimenta cerca de 15 toneladas por dia de alimentos orgânicos, a partir de uma rede com mais de 800 fornecedores de 3 mil produtos que são disponibilizados no site da startup para vendas individuais ou em cestas personalizadas que chegam à casa do consumidor semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente.

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São itens como verduras, legumes, frutas, ovos, arroz, queijo, manteiga, temperos e até produtos não perecíveis, que vão acompanhados com uma breve história da família que cultivou o alimento. “A tecnologia é o diferencial competitivo da cadeia de alimentos. Temos cerca de 30 mil consumidores cadastrados”, afirma.

A onda de alimentos orgânicos e saudáveis, com qualidade, ganhou corpo com a pandemia do coronavírus. Na live, Abrahão disse que com a crise sanitária da covid-19 e a quarentena, as pessoas começaram a prestar mais atenção na qualidade do que se come e no desperdício de alimentos.

A Raízs, disse o CEO, é a primeira foodtech brasileira com certificação do Sistema B – movimento global criado nos Estados Unidos que busca certificar empresas que unem o lucro à preocupação com o bem-estar da sociedade e do meio ambiente. “Somos uma das poucas startups brasileiras verdadeiramente sustentável”, diz.

Nessa nova mentalidade econômica, a ideia do selo é reconhecer empresas que fazem parte de um movimento de mudança e exige delas alguns requisitos como ter padrões de gestão e transparência, gerar benefícios sociais e ambientais.

A preocupação com o ESG – sigla que reúne meio ambiente, sustentabilidade e governança empresarial – está no DNA da startup de Abrahão. “O grande desafio é como a gente muda a cadeia de alimentos no País”, afirma. “O brasileiro é o povo que mais consome agroquímico no mundo. Estamos avançando na direção da comida orgânica e saudável no Brasil”, avalia.

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