Giro

Bolsonaro: Mudando presidente, vamos ver se vota (o projeto sobre armas)

Crédito: Marcos Corrêa/PR

Plataforma eleitoral de Bolsonaro, a liberação do porte de arma não avançou no Congresso (Crédito: Marcos Corrêa/PR)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugeriu, em conversa com apoiadores nesta segunda-feira (11), que, a depender de quem ganhar a eleição à Presidência da Câmara, um projeto de lei (PL) do Poder Executivo que amplia o porte de armas poderia ser colocado em votação no plenário. O chefe do Planalto apoia a candidatura do líder do Centrão, Arthur Lira (Progressistas-AL).

O mandatário também afirmou que haveria três decretos relativos ao porte de armas por colecionadores, atiradores esportivos e caçadores, conhecidos pela sigla CACs, prestes a serem publicados pela Presidência. “Acho que sai esta semana. Não posso ir além da lei, (mas) vai facilitar muita coisa”, disse Bolsonaro.

+ Rede pede que Anvisa analise uso emergencial da Coronavac em 3 dias
+ Departamento de Estado anuncia prematuramente a saída de Trump

A um apoiador que se identificou como caminhoneiro, o presidente comentou que, se dependesse da sua vontade, essa categoria profissional já teria direito ao porte de armas “há muito tempo”.

Bolsonaro não deixou claro a qual projeto de lei se referia quando disse que a tramitação da proposta poderia avançar a depender de quem se torne o próximo presidente da Câmara. Em 2019, os deputados aprovaram um substitutivo ao PL 3.723/2019, de autoria do Executivo, que flexibilizou regras para a compra e a posse de armas por CACs. A matéria aguarda agora votação no Senado.

Por meio de um acordo, o governo federal apresentou, à Câmara, um projeto separado, o 6.438/2019, para tratar da autorização ao porte de armas para diversas categorias, como guardas municipais, agentes de trânsito e advogados públicos.

“Nós temos um projeto lá na Câmara, mudando a Mesa agora em fevereiro, de acordo com o novo presidente, a gente vai (tentar votar)”, disse hoje Bolsonaro. “Ele que é dono da pauta. Vamos ver se ele bota em votação e, aí, vamos ver o que acontece. Temos que respeitar a opinião da maioria dos parlamentares”, completou.

Veja também

+ Carreira da Década - Veja como ingressar na carreira que faltam profissionais, mas sobram vagas
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel