Finanças

Bolsas europeias recuam com avanço do coronavírus e possíveis tarifas dos EUA

As bolsas europeias operam em baixa desde a abertura dos negócios desta quarta-feira, influenciadas a princípio por sinais de avanço do coronavírus nos EUA e na Alemanha, duas das maiores economias mundiais. O mau humor se agravou após indicação de que Washington poderá tarifar bilhões de dólares em produtos da União Europeia e do Reino Unido, como parte de uma antiga disputa envolvendo subsídios para aviões.

Os EUA vêm registrando aumento no número de infecções por covid-19 desde que começou a remover medidas de isolamento motivadas pela doença. Ontem, o assessor de saúde da Casa Branca Anthony Fauci alertou que houve um “salto perturbador” nos novos casos em alguns Estados americanos, como Texas, Flórida e Arizona. A Alemanha, por sua vez, tem relatado surtos regionais de coronavírus.

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Na última hora, os mercados acionários da Europa ampliaram perdas e o euro tocou a mínima do dia após o governo dos EUA informar que estuda impor novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia (UE) e do Reino Unido, como parte do confronto que Washington e a UE vêm travando há cerca de 15 anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa de subsídios concedidos para a produção de aviões.

A aversão ao risco predomina apesar de mais um indicador europeu positivo. Na Alemanha, o índice de sentimento das empresas subiu de 79,7 pontos em maio para 86,2 pontos em junho, registrando o maior ganho da história, em meio à melhora da confiança com a gradual reabertura da economia local. “Empresas na Alemanha veem uma luz no fim do túnel”, avaliou o Ifo, instituto responsável pelo indicador. Ontem, índices de atividade (PMIs) da zona do euro e do Reino Unido também surpreenderam positivamente.

Às 7h43 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 2,26%, a de Frankfurt recuava 2,07% e a de Paris se desvalorizava 1,66%. Já em Milão, Madri e Lisboa, as perdas eram de 1,44%, 1,45% e 0,61%, respectivamente.

No câmbio, o euro se enfraquecia a US$ 1,1300, de US$ 1,1309 no fim da tarde de ontem, após atingir a mínima intraday de US$ 1,1268, mas a libra avançava a US$ 1,2527, de US$ 1,2514 na véspera.

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