Finanças

Bolsas de NY fecham mistas com covid e estímulos nos EUA, mas Nasdaq tem recorde

Crédito: Arquivo / IstoÉ Dinheiro

Coinbase, maior plataforma de negociação de criptomoedas dos Estados Unidos, vai abrir hoje seu capital na Nasdaq (Crédito: Arquivo / IstoÉ Dinheiro)

As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta segunda-feira, 7, em meio a preocupações a respeito do acelerado avanço do coronavírus nos Estados Unidos. Apesar disso, progressos nas negociações por um novo pacote fiscal em Washington ajudaram a atenuar a cautela e abriram espaço para que o Nasdaq voltasse a renovar recorde histórico de fechamento.

O índice Dow Jones encerrou em baixa de 0,49%, a 30.069,79 pontos, e o S&P 500 caiu 0,19%, a 3.691,96 pontos. O Nasdaq, por outro lado, avançou 0,45%, a 12.519,95 pontos, no maior nível da história. Os papéis das grandes empresas do setor de tecnologia foram responsáveis pelo bom desempenho do índice, com destaque para Apple (+1,23%) e Facebook (+2,10%).

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As negociações por uma segunda rodada de estímulos fiscais nos EUA, agora, giram em torno de um proposta de cerca de US$ 908 bilhões. Democratas trabalham para elevar o valor para a casa dos US$ 1,3 trilhão, mas os republicanos seguem resistentes à ideia de aprovar uma legislação robusta. O diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, se disse hoje “cautelosamente otimista” de que um entendimento será firmado antes do fim do ano.



As discussões ocorrem sob um pano de fundo de acelerada alta no número de casos de covid-19. De acordo com levantamento da Universidade Johns Hopkins, os EUA somaram mais de um milhão de diagnósticos da doença apenas entre as últimas terça-feira e sábado, elevando o total geral para cerca de 14,6 milhões.

Diante desse quadro, a IHS Markit melhorou a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, de expansão de 3,1% para alta de 4,3%. A instituição acredita que haverá uma extensão de três meses dos programas de auxílio a desempregados, inclusive do benefício de adicional de US$ 300 por semana. “Esse estímulo mais do que compensará o impacto negativo nos gastos do recente surto de infecções”, aponta o economista-chefe para o país da empresa, Joel Prakken.

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