Finanças

Bolsas de NY fecham em queda, com intervenção da China, Delta e balanços

As bolsas de Nova York fecharam em baixa, na véspera da decisão de política monetária do Federal Reserve e depois dos três principais índices acionários americanos terem renovados recordes na última sessão. A intervenção da China em setores como tecnologia e educação derrubou as ações das empresas chinesas em Nova York e alimentou o sentimento de cautela no mercado. Já papéis de petroleiras e companhias aéreas voltaram a ser impactadas pelas incertezas ao redor da disseminação da variantes delta do coronavírus. Ainda tiveram forte influência sobre os negócios as ações das big techs, com a expectativa pela divulgação dos balanços de Alphabet, Apple e Microsoft após o fechamento dos mercados.

O Dow Jones fechou em baixa de 0,24%, em 35.058,52 pontos, o S&P 500 recuou 0,47%, a 4.401,48 pontos, e o Nasdaq caiu 1,21%, a 14.660,58 pontos.

Na visão de Nigel Green, CEO do deVere Group, a liquidação das ações tem se concentrado na indústria de educação privada da China após um memorando do governo destacar regulamentações mais severas, que impedirão as empresas do setor de aceitar investimentos estrangeiros e levantar capital no mercado de ações. “Esta nova abordagem dura assustou o setor de tecnologia, que já está em alerta máximo em meio a temores de que o governo queira mais controle sobre as empresas”, conclui o analista. Ações chinesas em NY sofreram quedas importantes, como Tencent (-4,78%), Alibaba (-2,97%) e Didi (-0,81%).

Na temporada de balanços do segundo trimestre, ontem, a Tesla reportou salto na receita e no lucro líquido no período, em comparação com o mesmo trimestre de 2020. As ações da empresa recuaram x,xx%, em sessão que contou ainda com uma queda do bitcoin, ativo que vem sendo atrelado à montadora, e que na última semana teve o CEO da companhia, Elon Musk, dizendo ser detentor das moedas. Outra queda de olho no criptoativo foi da Coinbase, x,xx%. Já a 3M relatou que o lucro ajustado por ação que superou a previsão de analistas. Ainda assim, o papel das companhia recuou 2,19. A GE teve aumento da receita, e a ação subia 1,71%. Entre as big techs, a expectativa pela publicação dos balanços de Alphabet, que controla a Google, (-1,59%), Apple (-1,49%) e Microsoft (-0,87%) derrubaram os papéis.



Em dia com novas definições para o uso de máscara nos EUA, com a variante delta preocupando, companhias aéreas tiveram perdas importantes. American Airlines (-2,81%) e United Airlines (-1,64%). O possível impacto para a retomada da demanda também atingiu petroleiras. Chevron (-0,34%) e ExxonMobil (-1,11%) recuaram.

Veja também
+ Até 2019, havia mais gente nas prisões do que na bolsa de valores do Brasil
+ Geisy reclama de censura em rede social: “O Instagram tá me perseguindo”
+ Gel de babosa na bebida: veja os benefícios
+ Nicole Bahls já havia sido alertada sobre infidelidade do ex-marido
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Chef playmate cria receita afrodisíaca para o Dia do Orgasmo
+ Mercedes-Benz Sprinter ganha versão motorhome
+ Anorexia, um transtorno alimentar que pode levar à morte
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua
+ Yasmin Brunet quebra o silêncio
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago