Economia

BNDES lança linha para setores de alta complexidade tecnológica

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quinta-feira, 23, que lançou o Programa BNDES Direto 10, linha de crédito para investimentos de setores de alta complexidade tecnológica e intensivos em conhecimento. A linha é focada em empresas com faturamento anual entre R$ 3 milhões e R$ 300 milhões. Os empréstimos devem ser de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões, com flexibilidade na exigência de garantias.

Os setores que terão prioridade são tecnologia da informação e comunicações (TIC), educação, economia criativa, eficiência energética, equipamentos de saúde, autopeças, bens de capital e defesa. “O objetivo é estimular o esforço inovador de pequenas e médias empresas desses e de outros setores que poderão acessar os recursos”, diz a nota divulgada pelo BNDES.

Conforme a nota do banco de fomento, as empresas interessada no Programa BNDES Direto 10 poderão contar com “flexibilidade nas garantias”, incluindo a utilização do Fundo Garantidor do Investimento (BNDES FGI), o que “permite maior acesso ao crédito às empresas intensivas em ativos intangíveis, com dificuldades de constituir garantias reais”.

O BNDES prometeu ainda agilidade na análise de pedidos, “buscando realizar a contratação em até três meses a partir da entrada do cliente”. “Isso será possível graças a um novo processo de crédito, que estabeleceu critérios pré-definidos de validação e revisão de alçadas, sem prescindir da qualidade do compliance. O BNDES buscará a redução de prazos também com investimentos em TI e melhoras contínuas de processo”, diz a nota.



Segundo o BNDES, a nova linha de crédito se insere em recentes iniciativas voltadas para médias, pequenas e microempresas. No mês passado, o banco lançou a linha BNDES Crédito Pequenas Empresas, que “tem como principal atributo a agilidade e, como foco, a geração de empregos por empresas de micro e pequeno porte”.

Este mês, anunciou o BNDES Crédito Direto Médias Empresas, “cujo desenho buscou moldar-se à realidade das empresas médias, ao mirar no tipo de investimento que tais companhias de fato realizam”.

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