Edição nº 1103 11.01 Ver ediçõs anteriores

Mudança arriscada

No próximo dia 17, a rede de escolas de inglês Englishtown, dona de um faturamento estimado em R$ 250 milhões e 130 mil alunos no Brasil, botará em prática um ambicioso e arriscado plano: a mudança de seu nome. Depois de 15 anos construindo a sua marca no País, ela passará a se chamar Englishlive. O nome faz referência à possibilidade de o aluno poder ter aula a qualquer hora do dia e, ainda, traz um novo modelo de ensino, com o recurso de vídeo. Antes, o áudio, além do chat, era a principal ligação entre o aluno e o professor. “Conseguimos estar 24 horas por dia ao vivo. Queríamos um nome que refletisse essa mudança”, diz André Marques, CEO da escola no Brasil. “Nenhum outro concorrente tem aula particular assim, somos pioneiros nesse sentido.”

(Nota publicada na Edição 988 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Hugo Cilo, Ralphe Manzoni Jr. e Andressa D’Amato)


Mais posts

Para o alto e avante!

A expansão da economia está fazendo subir a venda de máquinas no País. Prova disso é o desempenho da subsidiária brasileira da gigante [...]

Frase da semana

“Meu filho é qualificado, e o resto é fofoca” Hamilton Mourão,  Vice-presidente da República, ao comentar a nomeação do filho Antonio [...]

Gandini volta a sorrir

O empresário José Luiz Gandini, dono da Kia Motors no Brasil e presidente da associação das importadoras de automóveis, a Abeifa, está [...]

Quem quer ser um motoqueiro?

A montadora indiana Royal Enfield, com suas motos retrô que lembram os filmes de Indiana Jones, quer acelerar no Brasil com novas [...]

Negócio de pai para filho

Um dos maiores grupos hoteleiros de capital nacional, a rede mineira Tauá Hotéis e Resorts está mudando de comando neste mês, mas não [...]
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.