Coluna

Ausência de Marina

Crescimento de Dilma nas pesquisas faz Ìndice Bovespa voltar aos níveis anteriores à morte de Eduardo Campos

Os dados preliminares da sexta-feira indicam que a Bolsa está fechando com uma queda de 2,3%, com o Índice Bovespa abaixo de 57 mil pontos.

Esse valor indica que o principal indicador do mercado acionário brasileiro cedeu os ganhos dos últimos 30 dias e retornou aos níveis anteriores à morte de Eduardo Campos.

A avaliação é simples: o mercado subitamente percebeu que o PT não poupará esforços para destruir a imagem de Marina.

A estratégia da propaganda eleitoral é bater pesado, e o calibre do chumbo deverá aumentar nas três semanas que faltam para o primeiro turno.

Vale tudo: de dizer que a proposta de Marina de garantir a independência do Banco Central equivale a entregar o País aos banqueiros, até compará-la a Fernando Collor de Mello, aliás, aliado do PT no governo.

Essa campanha pesada em termos éticos justifica-se porque a primeira impressão é que o ataque funcionou. Marina parou de subir na preferência do eleitorado e Dilma oscilou para cima.

Com isso, a certeza de derrota do PT nas eleições, que vinha embalando altas de mais de 33% nas ações de estatais como Petrobras e Banco do Brasil, deu lugar à dúvida se Dilma pode permanecer ou não, tudo o que os investidores não querem ouvir.

Para as próximas semanas o cenário deve ser de uma crescente volatilidade nos mercados, ao sabor das cada vez menos conclusivas pesquisas eleitorais.

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