Bem-estar contra o turnover

Healthtech pioneira no País, a Vidalink tem crescido acima de 45% ao ano desde 2015 com uma proposta inédita na saúde corporativa: aumentar a adesão ao tratamento médico dos funcionários por meio do subsídio em medicamentos. A ideia já atraiu cerca de 200 clientes, entre os quais Embraer, IBM e Telefonica. Depois de receber aportes da CVS Health, maior empresa de saúde do mundo, e do Grupo Martins, líder do setor atacadista, a Vidalink quer agora se consolidar como uma “well tech”, oferecendo coberturas que vão desde o acesso a produtos saudáveis até um “coach virtual” para dar suporte a tratamentos de saúde mental. Tudo por meio de um app. “Nosso objetivo é fazer com que o plano de bem-estar seja um dos benefícios corporativos mais valorizados pelos RHs no Brasil”, afirma o CEO Luis Gonzalez. Segundo dados obtidos junto a 900 mil usuários da própria Vidalink, o turnover é, em média, 27% menor nas empresas que subsidiam ao menos 60% das despesas com o bem-estar dos colaboradores.

(Nota publicada na Edição 1130 da Revista Dinheiro)

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Sobre o autor

Hugo Cilo é editor de negócios da Revista DINHEIRO


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