Sustentabilidade

Baleias na mira

A caça de baleias com objetivo comercial sempre colocou em rota de colisão Japão, Noruega, Islândia e as entidades ambientalistas.

A insistência de empresas em desrespeitar a moratória, adotada em 1986, pôs em dúvida a sobrevivência das espécies fin, sei e minke. A situação é delicada porque, além da questão econômica, a carne de baleia é uma iguaria bastante apreciada. Para criar opções para a mão de obra que vive dessa atividade, ecologistas e autoridades apostam no turismo de observação, segmento que já movimenta US$ 1,2 bilhão por ano. O valor, no entanto, é insuficiente para arrefecer o ânimo dos que defendem o relaxamento da moratória, um dos tópicos em discussão no âmbito da Comissão Internacional das Baleias (CIB). Saiba por que:



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Japão, Noruega e Islândia mataram 35 mil baleias no período 1986-2009

Cada baleia rende o equivalente a US$ 1 mihão, considerando a venda de carne e derivados

Desde 1998, o governo japonês já gastou US$ 164 milhões com subsídios ao setor baleeiro
 



 

Transporte

Caminhão flex

A tecnologia de motores flex chegou ao setor de carga. A MAN Latin America está colocando no mercado o primeiro caminhão capaz de rodar com biodiesel ou diesel mineral, em qualquer proporção. O projeto levou um ano para ser concluído, consumiu R$ 2,5 milhões e foi integralmente desenvolvido pela filial brasileira. A tecnologia dual fuel está sendo testada por veículos que compõem a frota da Coca-Cola (foto) e da JBS-Friboi. Esse motor reduz em até 90% a emissão de poluentes.

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Energia

Dinheiro que vira adubo

Dizem que dinheiro não dá em árvore. É verdade. Mas nada impede que o vil metal se transforme em árvore. Pelo menos esse é o objetivo da parceria entre a Casa da Moeda e a Universidade Federal Rural da Amazônia. Pesquisa conduzida pela entidade prevê a transformação de notas de real descartadas em adubo orgânico. Com 11 toneladas de papel-moeda é possível produzir 17 toneladas de adubo. A meta é fornecer o composto aos pequenos produtores rurais. 

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Habitação

Casa avião

Incêndios causados por raios e outros fenômenos naturais são comuns na costa da Califórnia (EUA) e afetam pessoas de todas as classes sociais. Para se preservar da fúria da natureza de um jeito inovador, a milionária americana Francie Rehwald mandou construir uma mansão usando sobras de um Boeing 747. As peças, especialmente as asas, servem de moldura para o teto e até a piscina da casa. O material custou US$ 35 mil e foi obtido num cemitério de aviões.

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Empresas do Bem

Educação

Verba do HSBC

Essa é para entidades que atuam com educação. O Instituto HSBC de Solidariedade pretende investir R$ 2,4 milhões neste ano em projetos com objetivo de reduzir a vulnerabilidade de crianças e adolescentes, por meio do sucesso escolar. Para ter acesso aos recursos, basta se inscrever no site da entidade (www.porummundomaisfeliz.org.br). Em três anos já foram beneficiadas 147 mil crianças.

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Saúde

Fedex na segurança

As crianças estão mais vulneráveis a acidentes domésticos e automobilísticos. Para chamar a atenção para essa questão, a ONG Criança Segura lançou uma campanha para ajudar a popularizar o uso de as-sentos específicos para bebês e crianças nos veículos de passeio. A entidade conta com o apoio da FedEx. Apesar da lei obrigar o uso desse utensílio, a ONG acredita que é preciso conscientizar os pais.

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