Ciência

Pelo menos 316.333 pessoas morreram no mundo por covid-19

Pelo menos 316.333 pessoas morreram no mundo por covid-19

Muçulmanos fazem orações noturnas mantendo o distanciamento social na mesquita al-Azhar no Cairo, capital do Egito, durante o mês sagrado do Ramadã, 17 de maio de 2020 - AFP


O novo coronavírus provocou pelo menos 316.333 mortes no mundo desde dezembro, segundo um balanço estabelecido pela AFP com base em fontes oficiais até as 16h desta segunda-feira.

Desde o começo da epidemia foram contabilizados 4.759.650 casos de contágio em 196 países ou territórios. O número de registros positivos só reflete, no entanto, parte dos contágios, devido às diferentes políticas de cada país para diagnosticar os casos. Autoridades consideram que 1.711.900 pessoas se curaram da doença.

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Nas últimas 24 horas, foram registrados 2.719 novos óbitos e 77.737 contágios no mundo. Os países que contabilizaram mais mortes foram Estados Unidos, com 667, Brasil (485) e Reino Unido (160).

O número de mortos nos Estados Unidos, que registrou seu primeiro óbito vinculado ao coronavírus no começo de fevereiro, chegou a 89.874. O país registrou 1.496.509 contágios e as autoridades consideram que 272.265 pessoas se curaram.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são Reino Unido, com 34.796 mortes e 246.406 casos; a Itália, com 32.007 mortes (225.886 casos); e a França, com 28.239 mortes (179.938 casos).

Entre os países mais afetados, a Bélgica amarga a maior taxa de mortalidade, com 78 óbitos por 100.000 habitantes, seguida de Espanha (59), Itália (53) e Reino Unido (51).

A China continental (sem contar Hong Kong e Macau), onde a epidemia emergiu no fim de dezembro, tem um total de 82.954 pessoas infectadas, das quais 4.634 morreram e 78.238 se curaram totalmente. Nas últimas 24 horas, foram reportados sete novos casos e nenhuma morte.

Este balanço foi feito a partir de dados de autoridades nacionais compilados por escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido a correções das autoridades ou da publicação tardia de dados, o aumento das cifras divulgadas nas últimas 24 horas pode não corresponder exatamente às da véspera.