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Assembleia Nacional do Equador aceita a renúncia do vice-presidente

Assembleia Nacional do Equador aceita a renúncia do vice-presidente

O vice-presidente demissionário do Equador, Otto Sonnenholzner, em entrevista coletiva em Quito, em 14 de março de 2020 - Secretaría de Comunicaciones de Ecuador/AFP/Arquivos

A Assembleia Nacional do Equador aceitou na quinta-feira a renúncia irrevogável apresentada pelo vice-presidente do país, Otto Sonnenholzner, informou o titular do Legislativo, César Litardo.

“A @AsambleaEcuador aceitou a renúncia de @ottosonnenh do seu cargo de Vice-presidente do #Equador”, declarou Litardo em sua conta no Twitter.

E lembrou que “será notificado desta decisão o Presidente @Lenin” Moreno, para que em um prazo de 15 dias, apresente uma lista de seus candidatos para que o Congresso eleja o novo vice-presidente para completar o atual período constitucional de quatro anos, até o próximo mês de maio”.

Diante da pandemia, a Assembleia, com 137 acentos, se reuniu virtualmente para discutir a demissão de Sonnenholzner, como estabelece a Carta Magna do país. A renúncia foi aceita com 96 votos.

Sonnenholzner, o terceiro vice-presidente de Moreno, renunciou na terça-feira sem divulgar os motivos, enquanto o país se prepara para as eleições gerais de fevereiro, nas quais poderá ser um dos candidatos.

O Parlamento o designou para o cargo em dezembro de 2018, após Jorge Glas – eleito em 2017 em uma chapa com Moreno- perder o cargo ao ser preso por acusações de receber propina da construtora Odebrecht.

María Alejandra Vicuña foi eleita pelo Congresso em janeiro de 2018, mas renunciou à vice-presidência em dezembro do mesmo ano após casos de corrupção envolverem seu nome.

Sonnenholzner, de 37 anos, empresário da mídia e político independente, não descarta a possibilidade de concorrer no que considera “uma das eleições mais relevantes” da história do país.

“Devemos focar nos objetivos comuns, renunciando a qualquer interesse particular para conquistar uma sociedade justa, próspera e igualitária. Manterei estes esforços fora da vice-presidência. Assim, não haverá dúvidas sobre o uso de recursos públicos para estes fins”, disse ao anunciar sua renuncia.

A sete meses das eleições gerais no Equador, ainda não há candidatos oficiais para disputar a presidência do país no período de 2021 até 2025.

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