Finanças

Ásia: Bolsas fecham em alta, após PMI chinês atingir maior nível em quase 10 anos

Crédito: AFP/Arquivos

No Japão, o índice Nikkei encerrou em baixa de 0,45%, em 27.444,17 pontos (Crédito: AFP/Arquivos)

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, dia 1º, após dados chineses mostrarem que a atividade manufatureira da segunda maior economia do mundo está se expandindo no maior ritmo em quase uma década.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,44%, a 3.410,61 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,67%, a 2.310,85 pontos. Montadoras se destacaram hoje, com saltos de 10% tanto da BYD quanto da Great Wall Motor.

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Pesquisa da IHS Markit com a Caixin Media mostrou que o índice de preços de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da China subiu de 52,8 em julho para 53,1 em agosto, atingindo o maior patamar desde janeiro de 2011. O resultado acima de 50 também marcou o quarto mês consecutivo de expansão da manufatura chinesa, mostrando que o gigante asiático continua se recuperando do choque do coronavírus.

Em outras partes da Ásia, o Hang Seng teve ligeiro ganho de 0,03% em Hong Kong hoje, a 25.184,85 pontos, o sul-coreano Kospi se valorizou 1,01% em Seul, a 2.349,55 pontos, e o Taiex subiu 0,89% em Taiwan, a 12.703,28 pontos.

Já o Nikkei ficou praticamente estável em Tóquio, com baixa marginal de 0,01%, a 23.138,07 pontos, pressionado por uma queda em ações de empresas de telecomunicações japonesas.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho, prejudicada por ações que operaram “ex-dividendos”. O S&P/ASX 200 caiu 1,77% em Sydney, a 5.953,40 pontos.

Nesta terça, o BC da Austrália – conhecido como RBA – decidiu manter sua taxa básica de juros na mínima histórica de 0,25% pelo sexto mês consecutivo, mas ampliou seu programa de financiamento para 200 bilhões de dólares australianos (US$ 147,52 bilhões).

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