Edição nº 1083 17.08 Ver ediçõs anteriores

Asas brasileiras

Asas brasileiras

A Uber e a Embraer anunciaram um conceito de táxi aéreo que poderá realizar curtas viagens pelas cidades. Durante evento em Los Angeles, as empresas apresentaram um aparelho que lembra um drone gigante que deverá ser capaz de transportar até quatro passageiros, além do piloto. No futuro, poderá ser controlado por um sistema autônomo em trechos de até 100 quilômetros de distância. A aeronave pode voar a uma altitude máxima de 600 metros e atingir velocidades de até 320 km/h. “Em cidades com mais de 10 milhões de habitantes, há uma demanda grande para esse serviço”, diz Fernando Campello, CEO da Embraer X, em entrevista para DINHEIRO. O primeiro voo experimental do Uber Air deve acontecer em 2020. O lançamento comercial deve ocorrer em 2023, em Los Angeles e Dallas (EUA) e Dubai, nos Emirados Árabes. Não há previsão para a chegada no Brasil.

(Nota publicada na Edição 1069 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Dados mais seguros

Em evento na terça-feira 14, o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil. Baseado no projeto [...]

Crédito, débito ou maçã?

(Nota publicada na Edição 1083 da Revista Dinheiro)

Receita Internacional

Com 20% de sua receita de R$ 412 milhões no exterior, a brasileira Bematech, empresa do grupo Totvs, segue reforçando sua atuação nos [...]

Mineradores anônimos

Pelo menos 200 mil roteadores vendidos no Brasil pela empresa MikroTik, com sede na Letônia, foram afetados por uma falha que permitia [...]

US$ 5,3

É o valor em bilhões que foram gastos por brasileiros em compras pela internet no exterior, no primeiro semestre de 2018. Isso equivale a 56% de um total de US$ 8,8 bilhões em aquisições pelo e-commerce Fonte: Visa Consulting & Analytics e Banco Central (Nota publicada na Edição 1083 da Revista Dinheiro)

Ver mais
X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.