Edição nº 1126 20.06 Ver ediçõs anteriores

Entrevista

David Vélez, fundador do Nubank

As fintechs vão precisar de cinco a dez anos para diminuir a concentração bancária

Claudio Gatti

As fintechs vão precisar de cinco a dez anos para diminuir a concentração bancária

Priscilla Arroyo
Edição 27/07/2018 - nº 1080

O empresário colombiano David Vélez, de 36 anos, teve de driblar o ceticismo dos investidores locais, que não acreditavam ser possível concorrer com os bancos. Com a ajuda de dois sócios, ele fundou o Nubank em 2013 com o apoio de grandes fundos globais focados em tecnologia, entre eles o Sequoia. Engenheiro pela Universidade Stanford, ele admite que não teria levado o projeto adiante se soubesse da recessão que viria em 2015 e 2016. “Nosso foco era emprestar para os jovens, que são os primeiros a perder o emprego nas crises”. Hoje, a fintech, avaliada em US$ 2 bilhões, tem quatro milhões de clientes em cartões — conquistou um milhão só neste ano — e trabalha para melhorar sua conta-corrente. A lenta retomada da economia não o preocupa. “Independente do PIB, as pessoas vão continuar querendo serviços bancários melhores”, diz. Vélez falou com a DINHEIRO:

DINHEIRO – O mercado brasileiro de fintechs tem cerca de 280 empresas hoje e o Nubank abriu espaço para essa expansão. Qual foi a principal contribuição de vocês para isso?

DAVID VÉLEZ – Conseguimos quebrar a crença de que uma startup não poderia concorrer com grandes bancos. Também mostramos aos investidores locais e internacionais que existem grandes oportunidades no Brasil. Os US$ 15 milhões aportados pelo Sequoia no Nubank foram o primeiro investimento deles no Brasil e eles foram o primeiro fundo a investir na Apple. O mesmo vale para o Founders Fund. Antes do Nubank, eles nem tinham considerado investir no País. Conseguimos mostrar para os investidores do Vale do Silício que há grandes oportunidades por aqui.

DINHEIRO – Hoje esses fundos investem em outras fintechs no País. Qual a importância disso para fazer o setor avançar mais depressa?

VÉLEZ – Tem muita importância. Vimos o Tiger, outro importante fundo global focado em tecnologia, investir na Conta Azul, uma startup que faz sistema de gestão para empresas de pequeno porte. Esses fundos estão começando a avaliar outras fintechs e startups para investir.

DINHEIRO – Qual será o panorama para as fintechs nos próximos anos?

VÉLEZ – Há muito potencial para crescimento, pois o Brasil tem a maior concentração bancária do mundo e há 60 milhões de cidadãos sem conta em banco. As fintechs oferecem alternativas, mas a transformação não virá de um dia para o outro. A Amazon precisou de 25 anos para ter a força de hoje. As fintechs vão precisar de cinco a dez anos para diminuir a concentração bancária.

DINHEIRO – Que outras inovações podemos esperar das fintechs?

VÉLEZ – Um ponto em comum entre XP Investimentos, PagSeguro, Stone e Nubank é que todas essas empresas são mais eficientes em trabalhar com os dados dos clientes usando inteligência artificial, o que vai permitir a elas oferecer produtos com menor custo e melhor experiência. A tendência é que isso melhore a análise de crédito e permita às instituições oferecer juros menores.

DINHEIRO – Em tese, a XP Investimentos não é mais independente, pois foi comprada pelo Itaú Unibanco. Os bancos vão tentar comprar todas as fintechs que se destacarem?

VÉLEZ – Os bancos fizeram muitas aquisições no passado e devem fazer muitas mais no futuro. Nenhuma fintech é obrigada a se vender. Tudo depende de como cada empreendedor vai reagir às propostas que receberem dos bancos.

DINHEIRO – Vocês já receberam alguma proposta de compra de um banco? Se a oferta for boa, sai negócio?

VÉLEZ – Prefiro não falar sobre ofertas. Mas nosso plano de negócios é de longo prazo.

DINHEIRO – Os bancos dificultam a vida das fintechs. Vocês fizeram uma denúncia no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) há cerca de um ano contra as cinco maiores instituições do País. Um dos argumentos era a cobrança abusiva no valor da emissão dos boletos para pagar as faturas do cartão. Como está isso hoje?

VÉLEZ – Essa foi uma das barreiras à concorrência. Houve outras. Os clientes queriam colocar a fatura do nosso cartão no débito automático e os bancos passaram a tornar isso impossível. Mas uma semana depois que o Cade abriu a investigação, o Conselho Monetário Nacional (CMN) vetou essa prática dos bancos e hoje trabalhamos normalmente com débito automático nos bancos.

“Se eu soubesse que a recessão seria tão forte, eu não teria fundado o Nubank naquele momento”Desempregados durante a crise de 2015: queda de 7% no PIB em dois anos (Crédito:João Castellano / Ag. Istoé)

DINHEIRO – Estamos nos aproximando de uma eleição cujo quadro de candidatos é incerto. Isso preocupa? Qual seu palpite para o novo presidente?

VÉLEZ – Não tenho um palpite. Mas a eleição não terá muito efeito no nosso negócio. Qualquer que seja o novo presidente, ele deve concordar que mais concorrência no setor bancário é bom para o País.

DINHEIRO – No início do ano a expectativa de crescimento econômico era de 3% e agora caiu para 1,5%. Como isso afeta o negócio?

VÉLEZ – A recuperação está sendo mais lenta do que imaginamos, mas as perspectivas são positivas. Já enfrentamos uma contração de 7% no PIB desde que lançamos o Nubank. Além disso, as tendências que impulsionam nosso crescimento não têm correlação com a economia.

DINHEIRO – Quais são essas tendências?

VÉLEZ – Independente do PIB, as pessoas vão continuar querendo serviços bancários melhores e preferem canais digitais, buscando alternativas aos bancos tradicionais. Preferimos criar produtos que atendam a essas demandas do que pensar no crescimento da economia. E já podemos ver coisas acontecendo. O sucesso da PagSeguro e da Stone mostra as mudanças nos meios de pagamentos. A XP prova que houve alterações significativas na dinâmica de distribuição de investimentos. Nós somos o sexto maior emissor de cartões do Brasil.

DINHEIRO – Como nasceu a ideia de criar o Nubank?

VÉLEZ – Eu trabalhava para o fundo de venture capital de tecnologia Sequoia e estava no Brasil em busca de oportunidades. Em 2012, depois de dois anos aqui, decidi pedir as contas e empreender. Um dos maiores desafios que enfrentei foi quando tentei abrir uma conta no banco. Vi uma oportunidade e fui pesquisar o setor bancário. Descobri duas coisas. Um, ele é um dos mais rentáveis do planeta. Dois, todo mundo tinha uma história de horror com banco para contar. Daí veio a ideia de criar uma alternativa para mudar esse cenário de concentração, em que cinco bancos têm quase 90% do mercado.

DINHEIRO – Quanto tempo demorou pra levantar o projeto?

VÉLEZ – Lançamos o Nubank em maio de 2013. Recrutei minha equipe e levantamos o projeto em um ano. Todos os investidores brasileiros com quem conversei me diziam que era impossível concorrer com os bancos. Depois de três meses de respostas negativas, falei com os meus antigos chefes da Sequoia e eles concordaram em fazer o investimento inicial. Mais de 90% dos aportes de US$ 330 milhões que recebemos até aqui vieram de fundos estrangeiros.

DINHEIRO – E o serviço de conta-corrente?

VÉLEZ – Ainda está na versão beta, mas temos mais de 1,5 milhão de clientes na conta. A demanda cresceu muito e optamos por ter uma lista de espera para organizar essa expansão. Nossa opção é crescer de maneira sustentável, adotando a tecnologia adequada para garantir uma experiência positiva para o usuário.

DINHEIRO – Vocês não cobram taxas, mas tiveram prejuízo de R$ 122 milhões em 2016 e R$ 117 milhões em 2017. Neste ano tem lucro?

VÉLEZ – Não estamos falando sobre os resultados de 2018. Mas a empresa gerou caixa em 2017 e em todos os meses do primeiro semestre deste ano. Não precisamos mais levantar capital para financiar o crescimento do negócio. Temos receitas nos cartões, mesmo não cobrando tarifa. Ganhamos parte das taxas pagas pelo varejista. Também ganhamos no crédito rotativo, quando o cliente paga juros para rolar sua dívida no cartão.

“O sucesso da PagSeguro e da Stone mostra as mudanças nos pagamentos” IPO do PagSeguro em Nova York, em janeiro: US$ 2,3 bilhões captados (Crédito:Divulgação)

DINHEIRO – O ganho com a cobrança de juros no rotativo foi de R$ 261 milhões no ano passado, mas a provisão para calotes foi de R$ 318 milhões. A inadimplência preocupa?

VÉLEZ – A nossa taxa de inadimplência é menor que a média do mercado. Mais de 90% dos nossos clientes pagam a fatura em dia. O nosso modelo de negócio é diferente dos outros bancos, que perdem dinheiro com o cliente que paga em dia e ganham com os inadimplentes. Nós ganhamos com aqueles que pagam em dia devido à nossa estrutura operacional eficiente, por isso estamos sempre alertando sobre a data de vencimento das faturas.

DINHEIRO – Quem são os clientes?

VÉLEZ – O perfil está mudando com o tempo. Quando lançamos os cartões, em 2013, nosso cliente tinha 21 anos em média e 80% adquiriam o primeiro cartão conosco. Hoje, nosso cliente tem 31 anos em média e a maioria já tem cartão de outros bancos. Percebemos que muitos estão cancelando os outros cartões e ficando apenas com o nosso, embora ainda mantenham suas contas em outras instituições.

DINHEIRO – Qual o principal desafio?

VÉLEZ – É interno, como organizar nossa estrutura, que tem 1.100 funcionários. Somente neste ano, contratamos 470 profissionais para manter a velocidade do desenvolvimento de novos produtos.

DINHEIRO – No começo deste mês, passou a vigorar a regra que permite a portabilidade do salário. Como está a demanda?

VÉLEZ – Está muito forte. Mas ainda não conseguimos abrir essa funcionalidade para toda a nossa base de clientes por conta das limitações técnicas.

DINHEIRO – Vocês começaram em 2013, pouco antes da crise. Como foi enfrentar a recessão?

VÉLEZ – Não tínhamos ideia que o País fosse entrar nessa recessão tão forte. Se soubéssemos, não teríamos começado o Nubank naquele momento. Nosso foco era emprestar para os jovens, que são os primeiros a perder o emprego nas crises. Trabalhamos com muito risco e optamos pelo conservadorismo na avaliação e aprovação de crédito. Recebemos 16 milhões de pedidos de cartões e dissemos não para 12 milhões de pessoas. Além disso começamos a oferecer limites de crédito de R$ 200 e vamos aumentando conforme o comportamento do cliente. Podemos chegar a R$ 50 mil.

DINHEIRO – Como a empresa analisa o risco de crédito dos clientes?

VÉLEZ – Combinamos modelos de análise tradicional do mercado com informações que colhemos no cadastro do cliente.
Não tem cadastro positivo no Brasil, embora exista uma regulamentação pronta para ser aprovada. Isso é uma grande desvantagem para empresas como a nossa, que começam do zero. Os bancos têm dados de milhões de CPF’s.

Previdência

Maia diz que ainda não há acordo sobre Estados e municipios na reforma


Airbnb Luxe oferece castelos medievais, ilhas paradisíacas e vilas inteiras

mercado de luxo

Airbnb Luxe oferece castelos medievais, ilhas paradisíacas e vilas inteiras

Segundo empresa, a procura por espaços com diárias acima de US$ 1 mil cresceu 60% no último ano, impulsionando a criação de um site exclusivo para este seleto grupo de clientes

Bitcoin ultrapassa US$ 13 mil e consolida valorização de 230%

moeda digital

Bitcoin ultrapassa US$ 13 mil e consolida valorização de 230%

Este é o maior nível do bitcoin desde 20 de janeiro de 2018, quando alcançou US$ 13.031,04. Facebook e guerra comercial impulsionam moeda, dizem analistas

Huawei afirma que fechou 50 contratos para fornecimento de 5G

conectividade

Huawei afirma que fechou 50 contratos para fornecimento de 5G

A empresa é o principal alvo dos norte-americanos na guerra comercial com a China e há semanas está sofrendo uma série de sanções por parte do governo dos EUA

Acordo UE-Mercosul e imigração marcam agenda latino-americana no G20

encontro de lideranças

Acordo UE-Mercosul e imigração marcam agenda latino-americana no G20

Buffett nega desavenças com Jorge Paulo Lemann sobre gestão da Kraft Heinz

Negócios

Buffett nega desavenças com Jorge Paulo Lemann sobre gestão da Kraft Heinz

Depois de questionar rumos da companhia, megainvestidor afirmou que o brasileiro é “um bom amigo”. Grupo perdeu 50% do valor em um ano


Finanças


Dólar sobe para R$ 3,85 mesmo em dia de intervenção de US$ 1 bi do BC

Câmbio

Dólar sobe para R$ 3,85 mesmo em dia de intervenção de US$ 1 bi do BC

Ibovespa cai com realização de lucros em dia de cautela com cenário político

Mercado financeiro

Ibovespa cai com realização de lucros em dia de cautela com cenário político


Tecnologia e Negócios


Empresas americanas não obedecem proibição de venda de componentes à Huawei

tensão

Empresas americanas não obedecem proibição de venda de componentes à Huawei

Robôs ocuparão 20 milhões de empregos em 2030, segundo estudo

mercado de trabalho

Robôs ocuparão 20 milhões de empregos em 2030, segundo estudo


Blogs e Colunas


Feira Naturebas reúne vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais em SP

o mundo dos vinhos

Feira Naturebas reúne vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais em SP

A feira de vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais traz a sustentabilidade emtodas as suas etapas. Evento neste fim de semana. Evento neste fim de semana na Casa das Caldeiras, na zona oeste

Por um Brasil mais realista

por ricardo natale

Por um Brasil mais realista


Internacional


ONU pede à Rússia explicações por ataques a hospitais na Síria

conflito

ONU pede à Rússia explicações por ataques a hospitais na Síria

Maus-tratos a crianças na fronteira expõem política migratória de Trump

EUA

EUA

Maus-tratos a crianças na fronteira expõem política migratória de Trump

Em decisão inédita, tribunal culpa Estado francês por poluição do ar

Meio ambiente

Meio ambiente

Em decisão inédita, tribunal culpa Estado francês por poluição do ar

Nasa foi hackeada por mini computador de 35 dólares

agência espacial

agência espacial

Nasa foi hackeada por mini computador de 35 dólares


Entrevista

JAIME ANCHÚSTEGUI, CEO DA GENERALI

JAIME ANCHÚSTEGUI, CEO DA GENERALI

"Temos € 500 bi para investir. O Brasil está nos planos"

A seguradora italiana Generali está concluindo um ambicioso processo de reestruturação. Ela investiu € 1 bilhão nos últimos três anos para tornar os processos mais tecnológicos e eficientes. Agora, a meta é crescer 25% até 2021, apostando na Ásia e na América Latina. E o Brasil está no topo da agenda, diz Jaime Anchústegui, CEO Internacional da companhia.


Economia

Governo chinês tenta aumentar controle sobre Hong Kong

Cerco

Governo chinês tenta aumentar controle sobre Hong Kong

Tentativa do governo chinês de aumentar o controle sobre o território semiautônomo é recebida com protestos e põe em xeque o futuro da região

Governo teme novas desidratações na Previdência

Reforma

Governo teme novas desidratações na Previdência

Novas derrotas do Executivo no Congresso aumentam temor de que haja ainda mais desidratações na reforma da Previdência e atrasam a retomada do crescimento

Teremos um novo pré-sal do gás brasileiro?

Petrobras

Teremos um novo pré-sal do gás brasileiro?

Reservas encontradas no Nordeste podem reduzir o preço pela metade, mas exploração exige investimentos altos e obrigará Petrobras a buscar parceiros


Mercado digital

Monges lançam e-commerce para democratizar vendas e controlar preços de uma das melhores cervejas do mundo

Monges lançam e-commerce para democratizar vendas e controlar preços de uma das melhores cervejas do mundo

Na abadia de Saint-Sixtus, na Bélgica, 19 monges fazem a aclamada Westvleteren 12


Editorial

O gás que faltava

Por Carlos José Marques

Por Carlos José Marques

O gás que faltava

Após o lote de revezes econômicos e as más notícias em cascata, eis que a confirmação de uma extraordinária descoberta de poços de gás natural em Sergipe e Alagoas, no maior anúncio desde o pré-sal em 2006, vem reabilitar os ânimos da população.


Finanças


Facebank? Zuckerberg anuncia moeda que poderá circular entre os 2,3 bilhões de usuários da rede social

Libra

Facebank? Zuckerberg anuncia moeda que poderá circular entre os 2,3 bilhões de usuários da rede social

Empresa de Mark Zuckerberg anuncia moeda que poderá circular entre os 2,3 bilhões de usuários de sua rede social. Perspectiva gera reações negativas de políticos e de autoridades econômicas

Cenário internacional levou Ibovespa aos 100.303 pontos

Mercado financeiro

Mercado financeiro

Cenário internacional levou Ibovespa aos 100.303 pontos

IPOs como o da Neonergia devem gerar R$ 23 bilhões em ações à venda

Energia no pregão

Energia no pregão

IPOs como o da Neonergia devem gerar R$ 23 bilhões em ações à venda

Paccar Financial quer financiar compra de caminhões

Financiamento

Financiamento

Paccar Financial quer financiar compra de caminhões


Semana

OMC critica subsídio americano à agricultura

Resumo dos fatos

Resumo dos fatos

OMC critica subsídio americano à agricultura

China, União Europeia e outros cinco membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) criticaram o subsídio do governo Trump aos fazendeiros americanos


Negócios

O Magazine Luiza vai lucrar com a Netshoes?

Aquisição

O Magazine Luiza vai lucrar com a Netshoes?

A rede comandada por Frederico Trajano tem o desafio de integrar suas operações a um e-commerce que só deu prejuízo e justificar uma aquisição de US$ 115 milhões

Mappin renasce sob controle da Marabraz

Varejo

Mappin renasce sob controle da Marabraz

Varejista de móveis quer conquistar consumidores das classes A e B com o resgate da marca que ficou tradicionalmente conhecida por suas lojas de departamentos na capital paulista

Cargo X: o aplicativo dos caminhoneiros

Profissionalização

Cargo X: o aplicativo dos caminhoneiros

Para profissionalizar um mercado ainda carente de investimentos, a Cargo X redobra a sua atenção às transportadoras pequenas e médias


Estilo


Hotel Le Meurice é uma atração à altura dos grandes monumentos da capital francesa

Luxo

Hotel Le Meurice é uma atração à altura dos grandes monumentos da capital francesa

Com 29 acomodações recém-restauradas, o icônico Le Meurice, na Rue de Rivoli, é uma atração à altura dos grandes monumentos da capital francesa

A mais premiada estação de esqui dos EUA combina belezas naturais e esportes de neve

Nas montanhas

A mais premiada estação de esqui dos EUA combina belezas naturais e esportes de neve

Vizinha dos Parques Nacionais de Yellowstone e Grand Teton, a mais premiada estação de esqui dos Estados Unidos combina belezas naturais, ares de velho oeste e excelentes pistas para os esportes de neve


Colunas


A gente não quer só salário

moeda forte

A gente não quer só salário

James Delivery já responde por 40% dos pedidos on-line do GPA

dinheiro em bits

James Delivery já responde por 40% dos pedidos on-line do GPA

Barco-hospital leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas

sustentabilidade

Barco-hospital leva atendimento médico a comunidades ribeirinhas

O alto custo da paz

cobiça

O alto custo da paz

Embraer faz a festa em Paris

Dinheiro em ação

Embraer faz a festa em Paris


Artigo

A falsa inocência dos influenciadores

Por Edson Aran

Por Edson Aran

A falsa inocência dos influenciadores

A “nova mídia” é desbalanceada, parcial, panfletária e muitas vezes politicamente radical. Na sua pior versão, é uma fábrica de fake news para confirmar “narrativas” políticas tão ficcionais quanto a novela das nove.


Premiação

Abertas as inscrições para o prêmio AS MELHORES DA DINHEIRO 2019

ranking setorial

ranking setorial

Abertas as inscrições para o prêmio AS MELHORES DA DINHEIRO 2019

A 16ª edição reconhecerá as empresas que se destacaram nas suas áreas de atuação

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Digital Agro apresenta:

Digital Agro apresenta:

Inovações na Digital Agro ampliam produção

Entre 11 e 13 de junho, feira voltada à tecnologia no campo vai discutir integração de soluções para aumento de resultados

Plataforma Robbyson: uma nova forma de gerir, reconhecer e engajar para bons resultados

Robbyson apresenta:

Robbyson apresenta:

Plataforma Robbyson: uma nova forma de gerir, reconhecer e engajar para bons resultados

Tenho um bom número de pessoas para gerir, muitos deles são Millennials, conectados, ágeis, com universo e linguagens próprios. E agora?