Giro

Armênia e Azerbaijão fracassam em assumir compromisso de cessar-fogo

Armênia e Azerbaijão fracassam em assumir compromisso de cessar-fogo

(27 out) Prédio destruído por ataque na região de Nagorno Karabakh - AFP

Armênia e Azerbaijão não se comprometeram com um novo cessar-fogo no conflito de Nagorno Karabakh durante as negociações desta sexta-feira em Genebra, mas definiram medidas para reduzir a tensão, entre elas a promessa de não atacar civis, informaram os mediadores.

O chanceler armênio, Zohrab Mnatsakanian, e o colega azeri, Djeyhoun Bairamov, reuniram-se para buscar uma solução para o conflito armado em Nagorno Karabakh, que já deixou mais de mil mortos em pouco mais de um mês. Os mediadores franceses, russos e americanos, reunidos no Grupo de Minsk, informaram que pediram às partes que aplicassem o acordo de cessar-fogo anterior.

As partes experimentaram “uma troca de opiniões aberta e substancial a fim de esclarecer suas posições de negociação” sobre os pontos de conflito do acordo de cessar-fogo fechado no último dia 10 em Moscou e reafirmado em Paris e Washington, assinalaram os mediadores. “Também concordaram em tomar uma série de medidas de forma urgente.”

Trata-se de “não mirar deliberadamente em populações civis ou alvos não militares, seguindo as leis humanitárias internacionais. Também participarão ativamente para implementar a recuperação e troca de cadáveres no campo de batalha”, indicaram os mediadores. “As partes seguirão trabalhando intensamente para alcançar uma solução pacífica para o conflito.”

Azerbaijão e Armênia lutam pela região de Nagorno Karabakh desde que separatistas armênios apoiados por Yerevan tomaram o controle da área em uma guerra na década de 1990, após a desintegração da União Soviética, que deixou 30.000 mortos.

Desde a retomada dos combates em Nagorno Karabakh, em 27 de setembro, as tropas do Azerbaijão ocuparam territórios que estavam fora do controle de Baku desde 1990. De acordo com balanços parciais, mais de 1,2 mil pessoas, incluindo mais de 130 civis, morreram desde o início dos combates, os piores desde a guerra dos anos 1990.

O presidente russo, Vladimir Putin, cujo país atua como juiz naquela região, mencionou na semana passada cerca de 5 mil mortos.

Veja também

+ Sandero deixa VW Polo GTS para trás em comparativo
+ Veja os carros mais vendidos em outubro
+ Grave acidente do “Cake Boss” é tema de reportagem especial
+ Ivete Sangalo salva menino de afogamento: “Foi tudo muito rápido”
+ Bandidos armados assaltam restaurante na zona norte do RJ
+ Mulher é empurrada para fora de ônibus após cuspir em homem
+ Caixa substitui pausa no financiamento imobiliário por redução de até 50% na parcela
+ Teve o auxílio emergencial negado? Siga 3 passos para contestar no Dataprev
+ iPhone 12: Apple anuncia quatro modelos com preço a partir de US$ 699 nos EUA
+ Veja mudanças após decisão do STF sobre IPVA
+ T-Cross ganha nova versão PCD; veja preço e fotos
+MasterChef: competidora lava louça durante prova do 12º episódio’
+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil
+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados
+ Governo estuda estender socorro até o fim de 2020
+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea
+ Tubarão-martelo morde foil de Michel Bourez no Tahiti. VÍDEO

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?