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Armado com arco e flecha, homem mata várias pessoas na Noruega e é detido

Um homem armado com arco e flecha matou e feriu várias pessoas nesta quarta-feira (13) em Kongsberg, no sudeste da Noruega, antes de ser detido, informou a polícia.

“Lamentavelmente, podemos confirmar que há vários feridos e também, desgraçadamente, vários mortos”, disse Øyvind Aas, funcionário da polícia local, em coletiva de imprensa.

Um homem foi detido pelo ataque, que ocorreu em vários lugares do centro da cidade de Kongsberg.

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A polícia não deu detalhes sobre o suspeito, exceto que se trata de um homem e que foi levado para a delegacia da cidade vizinha de Drammen.

“Não estamos buscando outras pessoas”, disse Øyvind Aas.

Em outra entrevista coletiva posterior, Aas não descartou que o ataque poderia ter motivação terrorista, e confirmou que o suspeito capturado agiu sozinho.

“Ao ver como os fatos se desenvolveram, é natural considerar que se tratou de um ataque terrorista”, disse Øyvind Aas. “O homem detido ainda não foi interrogado e é cedo para falar sobre os motivos do ataque”.

Segundo a emissora TV2, o homem também portava uma faca e diversas outras armas.

Os feridos foram levados para hospitais. Por enquanto não se sabe quantos são nem qual seu estado de saúde.

O incidente ocorreu poco antes das 18h30 locais (13h30 em Brasília) no centro de Kongsberg.

No Twitter, a polícia local disse que testemunhas viram um homem, armado com um arco e flechas, disparando contra pessoas.

– Ordem de permanecer em casa –

As autoridades pediram à população local que permaneça em suas casas.

Vários bairros foram isolados pelas autoridades e imagens de televisão mostravam um grande dispositivo policial, fortemente armado, e ambulâncias.

Também enviaram à cidade um helicóptero e uma equipe de antibomba, o Serviço de Inteligência Nacional (NIS, na sigla em inglês).

A emissora pública NRK mostrou em seu site uma foto enviada por uma testemunha que mostra uma flecha de cor preta cravada em uma parede.

A Noruega, um país geralmente pacífico, já foi cenário de ataques de extrema-direita no passado.

Em 22 de julho de 2011, o extremista Anders Behring Breivik matou 77 pessoas ao detonar uma bomba nos arredores do edifício do governo em Oslo, antes de abrir fogo em um acampamento da juventude do Partido Trabalhista norueguês na ilha de Utøya, próxima da capital.

Em agosto de 2019, Philip Manshaus atirou contra uma mesquita nos subúrbios de Oslo, antes de ser rendido pela multidão, sem que houvesse feridos graves. Antes do ataque, Manshaus assassinou por motivação racista sua irmã adotada, que tinha origem asiática.

As autoridades também frustraram vários atentados islamistas.

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