PUBLIEDITORIAL

Arbitragem de Bitcoin rende 62% e bate Ibovespa

Novidade no país, sistema automatizado realiza operações instantâneas de compra e venda da criptomoeda; para especialista, investimento deve fazer parte de qualquer portfólio

Arbitragem de Bitcoin rende 62% e bate Ibovespa

Dê uma olhada nos seus melhores investimentos de 2018. Quanto eles renderam? O principal índice de referência para as aplicações em renda fi xa, o CDI, fechou 2018 com alta de 6,4%. Já o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, rendeu expressivos 15%. Ótimo, não? Sim. Mas, enquanto isso, uma aplicação que muita gente nem conhece, mas que aceita aportes a partir de apenas R$ 100, rendeu impressionantes 62,3%.

O número é da Atlas Quantum, plataforma de arbitragem automatizada de Bitcoin, e causa espanto não só pelo resultado de 2018, mas pela consistência. Em 2017, a plataforma entregou uma valorização de 37,65%. Nos primeiros três meses de 2019, já são 12,16%. Qual o segredo? “Arbitragem é uma operação muito tradicional do mercado fi nanceiro, consistindo simplesmente em vender um ativo onde ele está mais caro e depois comprá-lo onde está mais barato, embolsando o lucro da diferença de preços”, comenta Bruno Peroni, diretor comercial da Atlas Quantum. A plataforma desenvolveu um algoritmo proprietário que faz o serviço de verifi car, centenas de vezes ao dia, a cotação de Bitcoins em mais de 12 corretoras ao redor do mundo. Quando acha uma diferença de preço interessante, o sistema automaticamente executa uma ordem de venda (no preço mais alto) e uma recompra (no preço mais baixo), gerando pequenos ganhos a cada operação.

No fim do dia, o lucro pode ser expressivo. E o melhor: mesmo quem tem receio de se expor à oscilação do Bitcoin pode aproveitar a arbitragem e seus rendimentos. É possível comprar Bitcoins e, no sistema da Atlas Quantum, convertê-los para um índice de dólar. Assim, o cliente fi ca protegido pela moeda americana enquanto desfruta da mesma rentabilidade da arbitragem automatizada.

Assim, além de investir como quem compra um ativo qualquer – ou seja, aguardando uma valorização com o tempo –, o detentor de Bitcoins pode fazer a arbitragem como forma de aumentar os ganhos ou de mitigar as perdas. Em 2018, por exemplo, depois de vários anos de valorização astronômica, o Bitcoin sofreu grande desvalorização. Nesse cenário, se deu melhor quem estava investindo na arbitragem da criptomoeda, reduzindo sensivelmente o prejuízo e se preparando para dias mais lucrativos à frente.

A quem se destina

Imaginar que existe um perfi l específi co de investidor que seja mais adequado para as criptomoedas é um erro, segundo Peroni. “Não existe investimento que seja exclusivo para investidores conservadores nem investimento que seja exclusivo para investidores arrojados. A chave da questão é a alocação do portfólio”, pondera o executivo.

Ou seja, é tudo uma questão de distribuição do capital. Considerando que o Bitcoin é um ativo de alta volatilidade, seria no mínimo imprudente colocar 100% das suas reservas nessa criptomoeda, por mais que o cenário futuro seja animador. Mas quando um investidor conservador aloca 10% de seu capital em Bitcoin, ele está sendo bastante prudente. As razões, segundo Peroni, são várias. “As criptomoedas têm baixíssima correlação com ativos fi nanceiros tradicionais, o que reduz o risco total de uma carteira de investimentos”, conta. Assim, para ele, “nenhum portfólio está completo sem algum percentual de alocação em cripto. Assim você está não somente reduzindo o risco total de seu portfólio mas também aumentando sua exposição a uma aplicação que pode te trazer retornos exponenciais”.

Além da vantagem da diversifi cação e da baixa correlação (ou seja, um câmbio mais independente de empresas e governos), outro atrativo do Bitcoin é que ele pode ser comprado e transferido para qualquer lugar do planeta. Também é defl acionário, ou seja, há uma quantia limitada de Bitcoins a ser produzida no mundo, o que já vem surtindo efeito sobre o seu preço. Segundo Peroni, mesmo com a grande queda no ano passado, o Bitcoin vem apresentando uma sequência de fundos cada vez mais altos, como se percebe nas mínimas de cada ano (veja quadro).

Por fi m, há vantagens tributárias. Paga-se menos imposto sobre a venda de Bitcoins do que sobre a venda de ações, por exemplo. Na declaração de ações, tributam-se em 20% do ganho de capital as realizações de lucro acima de R$ 20 mil mensais. No Bitcoin, a tributação ocorre somente quando há ganho de capital superior a R$ 35 mil no mês, com tributação de 15%.

Para saber mais sobre a arbitragem automatizada de Bitcoins, acesse https://atlasquantum.com.