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Apple é processada por não retirar Telegram da App Store

Apple é processada por não retirar Telegram da App Store

A Apple está sendo processada pela Coalition for a Safer Web (um grupo americano que trabalha para “promover uma internet mais segura”) por não remover o Telegram da App Store, uma vez que o mensageiro estaria sendo usado por grupos de ódio e extremistas para planejar novos ataques ao Capitólio dos Estados Unidos, segundo as acusações.

A ação chega pouco depois de Apple, Google e Amazon banirem a rede social Parler de suas plataformas por não “gerenciar conteúdos gerados por seus usuários”. O aplicativo foi supostamente usado para planejar e coordenar atividades ilegais na capital americana, incluindo o ataque ao Capitólio dos EUA.

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Com efeito, o processo pressionará a Apple a examinar de perto o Telegram, com o objetivo de verificar se a plataforma permite ou mesmo incentiva atividades semelhantes, como divulgado pelo The Washington Post.



Também há uma acusação de que grupos racistas e antissemitas “têm utilizado abertamente o Telegram com pouca ou nenhuma moderação de conteúdo pela administração do Telegram”. Apesar dos relatos sobre o aplicativo, a Apple “não tomou nenhuma ação contra o Telegram comparável à ação que tomou contra Parler para obrigar o Telegram a melhorar suas políticas de moderação de conteúdo”.

O processo também alega que o Telegram está sendo usado para “coordenar e incitar violência extrema” antes da posse do presidente eleito Joe Biden:

O grupo “anti-Telegram” exige um julgamento com júri e pede ao tribunal que forneça uma indenização compensatória a cada reclamante, além de uma liminar proibindo o Telegram de ser baixado na App Store até que ele esteja em conformidade com as diretrizes da Apple.

Vale notar que esse não é o primeiro problema no qual o Telegram é acusado de não gerenciar os conteúdos distribuídos na sua plataforma; em outubro passado, a Apple solicitou que o app removesse determinadas mensagens relacionadas aos protestos na Bielorrússia — as quais, segundo a Apple, continham informações sensíveis sobre usuários.

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