Economia

Alshop: E-commerce deve concentrar maior parte dos presentes de Dia das Crianças

Crédito: Arquivo/Agência Brasil

Plataforma online é a opção escolhida por 37% dos entrevistados, 22% irão ao shopping e 10% dos consumidores vão comprar o presente em lojas de ruas (Crédito: Arquivo/Agência Brasil)

O e-commerce lidera as intenções de compras para o Dia das Crianças. Essa é a plataforma escolhida por 37% dos entrevistados a respeito das intenções de compra para a data. Os que devem ir aos shopping são 22% e os que pretendem ir ao comércio de rua são 10% dos consumidores.

Os dados são de uma pesquisa realizada pela Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop). Segundo a instituição, as restrições de horário impostas a estes centros de compras e mesmo ao uso de parques e serviços de entretenimento dentro dos shoppings prejudicam o faturamento das lojas.

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“Temos feito encontros e encaminhamos um ofício ao governo do Estado de São Paulo pedindo aceleração na reabertura das lojas em horário integral o que permite por um lado evitar o desemprego que está em taxas alarmantes e, por outro, beneficiar a economia”, afirma o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. A entidade diz ainda que seguirá o trabalho para pleitear a ampliação do horário de funcionamento dos shoppings e das áreas de lazer e entretenimento que ajudam a atrair público para os estabelecimentos.

A ampliação de horário de funcionamento dos shoppings, porém, não é consenso. No fim de setembro, os chamados lojistas satélites, empresários de menor porte em relação às grandes lojas de departamento chamadas de “âncoras”, disseram, via associação (Ablos) não acreditarem na eficácia da retomada do horário de funcionamento dos estabelecimentos. Eles avaliam que o aumento de horário geraria mais custos e não traria o movimento desejado.

Ao todo, 27% dos consumidores não pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças, enquanto 73% pretendem comprar algo. Entre os itens mais procurados estão os brinquedos, com 49% das intenções de compra. Em seguida, vêm os produtos de livraria e papelaria, com 12%.

A expectativa de tíquete médio é de R$ 50 a R$ 100,00 para 42% dos entrevistados, enquanto 12% devem gastar até R$ 50,00. Quem pretende gastar de R$ 101 a R$ 150 representa 7% do total. O porcentual é o mesmo para quem se propôs a gastar com itens acima de R$ 200.

A pesquisa foi realizada com consumidores entre os dias 4 e 7 de outubro. Ao todo foram ouvidos 4.100 homens e mulheres, com idade superior a 18 anos.

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