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“Já ajudamos nossos clientes a economizarem R$ 150 milhões com troca de dívidas”, diz CEO do GuiaBolso

No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de Núcleo da Editora Três, recebe Thiago Alvarez, CEO e cofundador do GuiaBolso. O aplicativo de finanças pessoais, criado em 2014, já conta com quatro milhões de clientes, recebeu R$ 240 milhões em investimentos e está entre as 50 fintechs mais inovadoras do mundo, de acordo com um ranking criado pela KPMG. Nesta entrevista, Alvarez conta como ele e o sócio Benjamin Gleason criaram a empresa e fala dos planos futuros da companhia.

Neste terceiro bloco (acima), ele fala sobre o comportamento financeiro do brasileiro. De acordo com o empresário, o mercado financeiro não consegue funcionar com 60 milhões de pessoas inadimplentes. “Existe muita desorganização, falta de disciplina e um uso exagerado de cheque especial e do rotativo do cartão”, afirma. Como prova de que o planejamento financeiro é eficiente, Alvarez conta que os usuários do GuiaBolso conseguem economizar, em média, R$ 470 por mês, reduzir em 25% o uso do cheque especial e aumentar em 33% os investimentos.

Assista ao quarto bloco da entrevista nesta quinta-feira (22), a partir das 7h30.



BLOCO 2

Alvarez fala sobre o setor de fintechs. De acordo com o empresário, eles já viajaram o mundo inteiro para conhecer fundadores de importantes fintechs. “Antes de criar a empresa, conversamos com empreendedores na China, África do Sul, Austrália, Espanha, Suécia, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos”, diz. Segundo Alvarez, as fintechs estão criando e experimentado muita coisa no mundo inteiro. “No GuiaBolso conseguimos fazer várias camadas das empresas que a gente viu e se inspirou”, diz.

BLOCO 1

Alvarez explica ainda que eles sempre tiveram a preocupação de criar algo de real impacto social na vida das pessoas. “O GuiaBolso é um negócio, mas entendemos que é possível ganhar dinheiro e melhorar a vida das pessoas”, afirma. De acordo com o empreendedor, antes de criar o aplicativo, eles pesquisaram o funcionamento de várias fintechs, especialmente nos Estados Unidos. Apesar da ideia do um aplicativo de gestão financeira atrair a atenção dos investidores, os sócios ouviram muitos “nãos” no começo da empresa. “Demorou cerca de oito meses para sair o primeiro investimento”, diz.

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