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Airbnb pretende melhorar processo para combater tráfico sexual

Crédito: Reprodução/Airbnb

Este treinamento inclui desde detectar sinais de exploração até a forma mais conveniente para aplicar a lei. Também é feito um processo, pessoalmente, com os anfitriões (Crédito: Reprodução/Airbnb)

O Airbnb vai aumentar o seu compromisso de combater o tráfico de pessoas em parceria com a organização sem fins lucrativos Polaris. A decisão ocorre em meio a várias ações judiciais pelo mundo de que o setor de hospedagem e turismo não tem se esforçado para conter o crime.

A lista de crimes de tráfico sexual ocorridos nas locações do Airbnb é bem variada, segundo informações do site Usa Today. Entre elas um homem de 29 anos preso após uma menina menor ser encontrada em um aluguel em Utah, nos Estados Unidos.

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Segundo a Polaris, quase 25 milhões de pessoas no mundo são vítimas de tráfico de pessoas, tanto para exploração sexual quanto trabalho forçado.



Apenas nos EUA, dos 383 casos de tráfico sexual onde ocorreu um ato sexual com fins comerciais, mais de 80% foram em um hotel, aponta estudo de 2018 do Human Trafficking Institute.

Segundo o site Usa Today, a diretora de comunicações da Polaris, Caren Benjamin, afirma que a falta de dados é o que mais dificulta o combate a esse tipo de crime.

A organização na qual ela atua registra ter atuado em quase 11 mil casos de tráfico de pessoas em 2018. E a parceria com o Airbnb vai melhora a gama dados disponíveis sobre o assunto.

Agora, melhorando a sua frente para conter o crime, o Airbnb vai reforçar o treinamento para os agentes de segurança e gerentes de crise em todo o mundo.

Eles lidam com preocupações de segurança com relação a reservas, sejam denúncias de tráfico ou preocupações com armas.

Este treinamento inclui desde detectar sinais de exploração até a forma mais conveniente para aplicar a lei. Também é feito um processo, pessoalmente, com os anfitriões.

O objetivo é que eles identifiquem sinais de possíveis crimes nas reserva. Isso fornece dados para as próximas etapas de verificação do Airbnb e é possível relatar um possível tráfico de pessoas.

A companhia de aplicativo de hospedagem iniciará os treinamentos em São Francisco e Washington, no segundo semestre deste ano.

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