Giro

Adele volta às paradas, mas indústria da música não é mais a mesma

Crédito: Divulgação

Adele é uma das cantoras mais ricas do Reino Unido (Crédito: Divulgação)

Uma das vozes mais marcantes dessa geração está de volta com trabalho novo. Adele lançou o single ‘Easy on me’ na última sexta-feira (15) e já prepara o novo disco, ’30’, que chega para o público no próximo dia 19 de novembro.

O último disco da britânica foi lançado em 2015 e a indústria musical mudou muito de lá pra cá. Os serviços de streaming hoje significam quase dois terços das receitas de música nos Estados Unidos diante de 20% em 2015.



+Streaming ilegal de jogos ‘rouba’ US$ 28 bilhões à indústria do futebol

“É mais fácil para ela parecer um fracasso”, diz Mark Mulligan, analista da indústria musical da Midia Research, em entrevista ao The Wall Street Journal. “Mas, da mesma forma, se ela conseguir ter sucesso contra todas as probabilidades, ela terá conquistado sua posição como um dos maiores nomes da música de todos os tempos”.

Na última vez que a diva lançou um novo trabalho, artistas consagrados ainda não haviam entrado de cabeça na nova forma de consumir e distribuir música. O mercado que ela terá que encarar agora é totalmente diferente de seis anos atrás.

+ Confira 10 receitas para reaproveitar ou turbinar o arroz do dia a dia


Nos últimos dias ela se envolveu em uma polêmica que chegou até o Brasil. O compositor Toninho Geraes resolveu entrar na justiça contra a cantora e seu produtor por um suposto plágio na canção “Millions Years ago”, que teria copiado 88% do sucesso “Mulheres”, gravado por Martinho da Vila.

Hoje em dia o modo de consumir música mudou. Poucos são os que conseguem ouvir um disco inteiro e os serviços de streaming deixou tudo muito dinâmico. Na palma da mão do jovem, um disco bem produzido está competindo com dancinhas do tiktok. Será que o inegável talento de Adele será o suficiente?