Agronegócio

Abag: decisão de suspender glifosato é equivocada e prejudica plantio direto

São Paulo, 06 – O diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Lourenço, criticou nesta segunda-feira, 6, em entrevista coletiva realizada durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio a decisão da Justiça Federal no Distrito Federal que suspendeu produtos à base de glifosato. Juíza da 7ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal (SJ-DF) concedeu tutela antecipada para que a União suspenda por 30 dias o registro de todos os agrotóxicos à base de glifosato até que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) termine a reavaliação toxicológica do herbicida. Estão na lista também a abamectina e o tiram. “É decisão equivocada”, disse. “Isso vai acabar com o plantio direto e causar problemas ambientais. Estamos dando um tiro no pé.”

Segundo o presidente da Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, a decisão causa problemas ao agronegócio brasileiro. “O plantio direto e a integração lavoura-pecuária dependem de insumos fundamentais”, assinalou. “Será preciso achar uma forma de voltar atrás nisso também.”

No plantio direto em soja, por exemplo, em sistema de rotação de culturas, o glifosato é usado para dessecar a palhada da cultura que antecede a lavoura de soja (o milho, por exemplo), facilitando o manejo e a semeadura da oleaginosa.

Veja também

+ 5 benefícios do jejum intermitente além de emagrecer
+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel