Edição nº 1113 22.03 Ver ediçõs anteriores

A vida imita a arte (ou quase isso)

A vida imita a arte (ou quase isso)

A Netflix acertou em cheio com o filme Bird Box. Em uma semana, mais de 45 milhões de usuários da plataforma de streaming acessaram o conteúdo estrelado pela atriz americana Sandra Bullock. Porém, nem tudo é motivo para comemoração. Em sua conta no Twitter, o perfil oficial da empresa quase implorou para que os fãs da produção não imitassem os personagens do filme, que saem vendados pelas ruas com receio de serem contaminados por uma espécie de vírus mortal caso abram os olhos. Desde o fim de dezembro, centenas de vídeos de pessoas andando, correndo e até mesmo dirigindo veículos com os olhos vendados viralizaram na internet.

(Nota publicada na Edição 1102 da Revista Dinheiro)


Mais posts

Apple põe tecnologia ‘de lado’ para ser Netflix

Na segunda-feira 25 a Apple vai deixar de ser (apenas) uma gigante da tecnologia e, simbolicamente, começará a se transformar numa [...]

Banda larga como nunca, desigual como sempre

(Nota publicada na Edição 1113 da Revista Dinheiro)

Lady Driver quer captar R$ 2,5 milhões

Empresa de mobilidade urbana que atende exclusivamente o público feminino, a Lady Driver abriu uma rodada de equity crowdfunding para [...]

O que vem aí — Até o fim de março

A Lyft, segunda maior empresa de carros compartilhados dos Estados Unidos, atrás da Uber, dá os últimos passos para concretizar o seu IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). A companhia quer começar a negociar ações na Nasdaq – índice da bolsa americana que reúne papéis de empresas de tecnologia – até o […]

Google anuncia Stadia, seu streaming de games

O mundo dos videojogos deu uma boa balançada na terça-feira 19. O Google mostrou seus planos para abocanhar parte de um mercado de US$ [...]
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.