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A vida dura dos supercarros

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O problema dos supercarros customizados é apenas um: se aquele dono que não sabe nada de design pedir uma bobagem. Mas vai ser difícil isso se tornar um problema na italiana Pagani, que conseguiu um feito neste mês: entregou no Canadá uma de suas mais elegantes e modernas combinações de um Huayra Roadster BC, batizado de Supernova. Este é um mercado exclusivíssimo que luta pelos segundos para chegar a um pico de velocidade ao qual a gride adversária não chega – com elegância e trabalho manual de ponta.

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O Huayra (R$ 20 milhões), que tem motor Mercedes-Benz AMG V12, ganhou ao escolher uma cor batizada de Ora Rosa (OK, é um bronze amarronzado) em sua fibra de carbono aparente, com couro tartã bege e alcântara cinza nos estofados. As rodas seguem a mesma tonalidade, dado unidade ao design. Mais alguns pequenos toques de vermelho, incluindo nos freios, fecham a ideia.

A Pagani nasceu há 30 anos em Modena, cidade italiana em que a água deve ter virado gasolina ou fluido de freio: é a terra da Ferrari e vizinha a Bolonha, berço de Ducati e Lamborghini.

(Nota publicada na edição 1218 da Revista Dinheiro)