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“A sinergia entre o Banco Inter e a MRV é intensa, mas no âmbito intelectual, do DNA e da troca de informações”, diz o CEO do Banco Inter

No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de redação da ISTOÉ DINHEIRO, recebe João Vitor Menin, CEO do Banco Inter. O executivo conta como um banco tradicional virou fintech e se transformou na primeira instituição financeira digital a abrir capital na Bolsa, em maio deste ano. O banco captou mais de R$ 720 milhões e tem usado parte desse dinheiro para ganhar mercado. Nesta entrevista, o CEO do Banco Inter, que teve de lidar com a notícia de vazamento de dados dos clientes após o IPO, fala também sobre os desafios futuros.

Neste primeiro bloco, Menin conta que, do ponto de vista operacional, o Banco Inter e a MRV são totalmente separados. “Como são duas companhias abertas precisa ter essa segregação operacional. A sinergia é intelectual”, afirma. Ao comentar o modelo de negócio da fintech, o executivo explica que os brasileiros estavam ávidos por uma nova experiência bancária. “O segredo do nosso sucesso é um tripé bem definido: facilidade, gratuidade e plataforma completa de serviços”, diz.