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“A negativa do Cade para a compra da Estácio gerou frustração, mas não mudou a rota da Kroton”, diz Rodrigo Galindo


No programa MOEDA FORTE desta semana, Carlos Sambrana, diretor de redação da ISTOÉ DINHEIRO, recebe Rodrigo Galindo, CEO da Kroton. O executivo que comanda o maior grupo de educação do Brasil, com mais de um milhão de alunos impactados nos ensinos básico e superior, R$ 5,6 bilhões de faturamento e outros bilhões de reais investidos em aquisições, conta todo o plano da companhia.

Neste primeiro bloco, ele fala sobre a história e o processo de expansão da companhia, conquistado principalmente por meio de aquisições. “O curso Pitágoras, a origem da Kroton, foi montado em 1966. São mais de 50 anos de história em educação”, diz. De acordo com o executivo, a nova Kroton abriu capital em 2007 e começou a ser estrutura em 2009 com a entrada do fundo de private equity Advent. Depois disso, o grupo educacional adquiriu o Iuni, a Unopar e a Anhanguera, e teve ainda a tentativa de compra da Estácio barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Empreender é saber correr riscos. Qualquer revés gera frustração. O que muda é como você lida com ela”, afirma.